Arquivo de 2011

★ Adobe desiste de usar o Flash em dispositivos móveis

Empresa admite derrota para a Apple, que baniu o software de seus aparelhos. 'Vamos focar no HTML5', diz vice-presidente da Adobe. 



 A Adobe vai parar o desenvolvimento de seu popular complemento multimídia Flash Player para uso em dispositivos móveis, praticamente admitindo derrota para a Apple na longa briga sobre os padrões para internet. O Flash é usado para a reprodução de conteúdo multimídia, como vídeos e fotos, além de possibilitar interatividade. A decisão da companhia, cujas ações chegaram a cair quase 11%, significa que os desenvolvedores de web provavelmente vão parar de usar o Flash para produzir vídeo, sites e aplicativos para dispositivos móveis como smartphones e tablets. A notícia pode ser um alívio para os milhões de usuários de iPhones e iPads cujos navegadores não abrem conteúdo em Flash. Steve Jobs, cofundador da Apple que morreu no início de outubro, decidiu banir o complemento dos aparelhos de sua companhia. Ele afirmava que o Flash não é confiável, seguro e rápido o suficiente para ser usado em dispositivos móveis. O anúncio pode prejudicar as vendas das ferramentas Flash para produzir websites. A Adobe, no entanto, disse que se focará na venda de ferramentas para desenvolvedores de sites que usam o novo padrão conhecido HTML5, que a Apple promove. "O HTML5 é agora universalmente aceito na maior parte de dispositivos móveis, em alguns casos exclusivamente", disse o vice-presidente da Adobe, Danny Winokur, em um blog da companhia. "Isso torna o HTML5 a melhor solução para criar e distribuir conteúdo em plataformas móveis".

★ Tráfego gerado pela atualização do iOS 5 e do iCloud quase tirou a internet do ar

O iOS 5 foi lançado na última quarta-feira (12) cercado de expectativas. Mas ninguém esperava que a ânsia pela atualização de iPhones, iPads e iTouchs, por parte dos usuários, fosse tão ávida: o sucesso do novo sistema operacional para os dispositivos móveis da Apple foi tanto que o tráfego na página da empresa de

  

Cupertino quase “quebrou a internet”. Durante toda a noite de quarta-feira engenheiros da companhia de internet AAISP, em Londres, publicaram em sua página de incidentes e status mensagens que mostram como o “boom” causado pelo lançamento do iOS 5 foi grande. Segundo eles, que admitiram que foram pegos de surpresa, nunca houve tanto tráfego como este em um “evento da internet”.

  

- Isso é pior do que o tráfego na Copa do Mundo. A única pista é que é de algo novo do iOS 5. Se essa realmente for a causa, estou impressionado. A utilização da internet simplesmente alcançou níveis sem precedentes. Nunca vimos nada como isso – escreveram. Ao que tudo indica, a demanda foi enorme não só no Reino Unido como em diversos locais em todo o mundo. Na manhã desta quinta-feira, engenheiros da AAISP confirmaram que o tráfego de dados na internet em Londres subiu de um pico natural de 18 GB por segundo para 28 GB por segundo.

Problemas para alguns usuários
A própria Apple teve problemas de instabilidade em seus servidores pouco depois do lançamento. Muitos proprietários de 'iGadgets' reclamaram em redes sociais e nos próprios fóruns da Apple sobre diversos incidentes - não só enquanto tentavam fazer o download do iOS 5, como também após sua instalação. Uma mensagem de erro do iTunes e o congelamento e/ou não funcionamento de alguns aplicativos estavam entre os assuntos mais comentados. A Apple, que lançou também o iCloud, novo processo de conexão e sincronização de dados com os smartphones, não comentou as reclamações dos clientes até o momento.

★ Resumo: Conferência Microsoft Windows 8 BUILD [vídeo]

Confira todos os detalhes do anúncio oficial do sistema operacional mais aguardado do ano.  
 Começou hoje, às 13 horas (no horário de Brasília), a divulgação oficial do sistema operacional mais aguardado do ano. Desde que foi anunciado, o Windows 8 vem prometendo mudanças drásticas no modo como os usuários utilizam os computadores.

 Os números do passado 
 Como sempre acontece em eventos desse tipo, os executivos da Microsoft começaram o evento mostrando todos os recordes alcançados pelos sistemas anteriores. Foram divulgados os números oficiais das vendas do Windows 7 e também do sucesso alcançado com a versão mais recente do Internet Explorer.

Também foram muito enfatizados os números de outros serviços da Microsoft, como o Windows Live Essentials (que inclui o Live Messenger) e o SkyDrive (serviço online da Microsoft, que permite o acesso de documentos nas nuvens).

Os desafios do futuro 
A Microsoft pergunta aos que estão presentes no evento: "Qual o maior desafio para o futuro?". A resposta é óbvia para quem está ligado no mundo da tecnologia: "Criar novos modos de interação entre máquina e usuário". O touchscreen precisa de muito mais do que apenas toques. Com o Windows 8, a Microsoft deve apostar muito mais nas nuvens, pois sabe que em todo software está incluído um serviço. O apresentador afirma que cada usuário quer estar consumindo e criando ao mesmo tempo. É a era do compartilhamento.

Fazer um Windows 7 ainda melhor 
Se é preciso fazer um novo sistema operacional, é necessário montá-lo compatível com o que já se passou. Por essa razão, todos os aplicativos e componentes de hardware que funcionam atualmente no Windows 7, serão também compatíveis com o Windows 8. Além disso, o novo sistema também deve permitir mais facilidades aos desenvolvedores, que poderão extrair o máximo dos dispositivos de hardware para criar programas e jogos cada vez mais completos. Para mostrar as mudanças da estrutura do sistema, Steven colocou screenshots do Windows 8 e do Windows 7 lado a lado. Com o mesmo computador, rodando os mesmos aplicativos, o novo produto conseguiu rodar os processos com cerca de 100 MB a menos de memória consumida.

A nova interface
Para apresentar as novidades da interface de usuário, a Microsoft chamou Julie Larsons-Green. Já no início ela mostrou o novo modo de inicialização do usuário. Basta deslizar dois dedos pelo touchpad e digitar a senha para que o Windows 8 seja carregado. O processo é muito rápido, sendo quase instantâneo.

A interface Metro é realmente simples. Ela parece uma versão desktop das pastas de aplicativo do iOS, demandando apenas que os usuários arrastem a tela para enxergar outros aplicativos e pastas, podendo até mesmo reorganizar as páginas com o "arrastar e soltar". Utilizando o "Zoom out", é possível visualizar todas as telas de mosaicos. Com poucos passos, ela mostra a facilidade em modificar os nomes de usuário, fotografia de exibição e outros detalhes da personalização, como imagem de fundo a ser exibida na janela de desbloqueio de usuário. Até o momento, o Windows 8 tem se mostrado bastante diferente do que todos conhecemos. Poucas alterações chegaram às janelas do formato padrão de visualização, mas o gerenciador de tarefas chegou com mudanças excelentes. O Painel de Controle é um dos pontos mais modificados, trazendo uma novidade muito interessante. Agora, os usuários podem realizar reinicializações rápidas, sem afetar os arquivos abertos.

A barra de buscas internas do Windows foi reformulada. Agora, sempre que o usuário digitar alguma palavra para buscar aplicativos ou documentos no computador, poderá contar com filtros para refinar as buscas e facilitar o acesso a determinados arquivos.

Compatibilidade total com touchscreen
 Como estão deixando claro há alguns meses, o Windows 8 foi criado para qualquer computador ou tablet. Por isso, é possível perceber que todos os aplicativos, serviços e sistemas internos são compatíveis com os toques na tela. Até mesmo o teclado virtual integrado parece simples, oferecendo teclas grandes para evitar problemas na digitação. Copiar textos da internet também é fácil, pois o "arrastar e soltar ", mais uma vez, mostra-se muito bem feito. Parece que finalmente a Microsoft conseguiu unir o Windows ao suporte Touchscreen de uma maneira satisfatória (muito superior à presente na edição anterior do sistema). Durante a apresentação, Steven voltou ao palco para mostrar um tablet rodando o Windows 8. Não foram dadas muitas dicas acerca de qual seria o aparelho utilizado, apenas que o processador utilizado é um ARM (assim como a grande maioria dos tablets).

 Integração web 
 Julie mostrou os novos softwares de reprodução multimídia. Um dos fatores surpreendentes é a presença da integração com o Twitter (Twit@rama) que o player de músicas apresenta. Com apenas um comando é possível publicar na o que você está ouvindo na rede social.

Novas plataformas
O Windows 8 surge com uma mescla de várias linguagens, facilitando para desenvolvedores que querem ampliar o leque de possibilidades dos usuários. Será possível construir programas em plataformas como C++, C+ VB, Javascript e até mesmo HTML/CSS.

Com o Microsoft Visual Studio será muito simples escolher o tipo de plataforma que será criada. O software de desenvolvimento já conta com a opção "Grid application", criada especialmente para a programação de widgets anexados à interface Metro. O mesmo software permite ajustes simples de praticamente todos os traços dos aplicativos. Com apenas algumas linhas de código, programadores conseguem modificar cores, botões e funções. Parece que os códigos estão muito mais limpos do que os das versões anteriores. Para mostrar essa facilidade, um dos apresentadores criou um software para edição gráfica em cerca de 5 minutos. Nesse tempo ele programou as funções do aplicativo e ainda inseriu a integração com o "Socialite", sistema de compartilhamento de informações em redes sociais.

Um dos pontos mais incríveis apresentados para os desenvolvedores é a facilidade na conversão de linguagem. Pelo próprio Visual Studio é possível criar um programa e rapidamente convertê-lo para que se encaixe em tablets ou smartphones.

Windows Store 
Um dos momentos que todos esperavam chegou com a apresentação da Windows Store. Logo após concluir o aplicativo, o programador da Microsoft mostrou como é simples enviar os softwares criados para a loja de aplicativos do Windows. Para o alívio de todos, antes de serem divulgados e disponibilizados para o público, os programas precisam passar por uma avaliação da própria Microsoft. Isso deve prevenir a presença de arquivos infectados.

Acessar a Windows Store também será muito fácil. Com um atalho na interface Metro, os usuários só precisam de um clique para encontrar aplicativos dos mais diversos tipos. Assim como a Android Market e Apple AppStore, o sistema da Microsoft também conta com divisões por gêneros e preços. A interface criada para a Windows Store é bastante limpa. Com screenshots, descrição e análise de usuários, os consumidores podem ter rápidas impressões dos softwares para saberem se vale realmente a pena pagar por algum programa. Impressionando, a Microsoft anunciou que não terá lucros com aplicativos de terceiros vendidos por meio da Windows Store. Ao contrário do que acontece na Apple App Store, que ganha 30% em cima de todas as vendas, somente os desenvolvedores vão ganhar dinheiro com a venda de softwares.

Para todo tipo de computador 
Michael Angiulo entrou em cena para mostrar que o Windows pode ser utilizado por qualquer computador, independente de qual a arquitetura utilizada pelos processadores. Um notebook mais antigo (vendido originalmente com Windows 7) foi ligado rapidamente, em apenas 8 segundos. Outro mais potente conseguiu realizar o Boot em apenas 2 segundos. Processadores x86, x64 ou ARM são totalmente capazes de executar o Windows 8. E é exatamente por isso que ele pode ser instalado em notebooks, desktops e tablets. Pode também ser executado a partir de pendrives, tornando-se ainda mais portátil.

Os conceitos de Ultrabooks da Intel também estavam presentes. Ultrafinos com armazenamento SSD podem transformar o boot veloz do Windows 8 em um processo ainda mais rápido. Ao mostrar os ultrabooks, a Microsoft mostrou também que o Windows 8 terá suporte nativo a conexões 3G. Para finalizar a apresentação, Steven Sinofsky mostrou que o novo sistema operacional também é indicado para quem utiliza os computadores para trabalhar. Para isso, utilizou um computador mais potente, com dois grandes monitores e muitos aplicativos em execução, exibindo também o poder do multitarefas do

Windows 8. USB 3.0 é uma realidade
Isso já era esperado por todos, mas a confirmação é a animadora. Como mostrado há algumas semanas, o Windows 8 trará Compatibilidade nativa com a tecnologia USB 3.0. Isso garante a transmissão e transferência de dados com muito mais velocidade. Durante a apresentação, um arquivo de 1 GB foi transferido simultaneamente entre portas USB 2.0 e USB 3.0. O padrão mais recente conseguiu quase 10 vezes mais velocidade do que o outro.

Resoluções e Near Field Communication
O Windows 8 garante que monitores de qualquer resolução possam ser utilizados. Dependendo do tamanho da tela, o sistema operacional é alterado automaticamente para se adaptar melhor às limitações impostas pela tela. Se o tablet ou computador for equipado com Sensors NFC, rapidamente podem ser feitas análises de produtos e outros aparelhos que contem com a mesma tecnologia.

Acesso remoto e virtualização 
O sistema de acesso remoto a computadores foi remodelado. Com mais dinamismo nas comunicações, as máquinas podem ser controladas com muita facilidade, incluindo a compatibilidade com o touchscreen. Dependendo das configurações utilizadas, é possível ter acesso a listas de processos e várias outras informações mais avançadas. A virtualização também foi melhorada, permitindo que imagens ISO abertas nos computadores possam ser utilizadas como unidades separadas.

Internet Explorer 10 
Ainda na fase Preview 3, o novo Internet Explorer foi mostrado com suporte para multitouch e rápida alternação entre modos de visualização. Tanto no Metro Style, quanto na visualização padrão, o sistema de navegação permanece simples e intuitivo.


Suporte a canetas 
Com o Windows 8, canetas stylish podem ser utilizadas para desenhos ou mesmo para escrever, pois o sistema identifica rapidamente os caracteres escritos. Isso pode ser utilizado diretamente na tela (pelo touchscreen) ou por mesas digitalizadoras.

Novidades no Windows Live
Os aplicativos do Windows Live Essentials serão totalmente integrados ao Windows 8. Com apenas alguns cliques, os usuários podem cadastrar suas contas para acessar calendários, caixas de entrada de email e documentos no Skydrive. Também é possível integrar contas de Twitter, Facebook e LinkedIn. Acessando galerias de fotografias, torna-se simples escolher imagens rapidamente para criar grupos de arquivos que serão compartilhados. Para isso, basta acessar a barra lateral do Windows 8, clicar em "Share" e escolher a forma de envio (email ou Facebook, por exemplo).

Com o Skydrive, torna-se ainda mais fácil acessar documentos que estão em outros computadores, sem precisar do acesso remoto. Configurando a conta para isso, os usuários conseguem acessar documentos e sincronizar informações em poucos passos.

Summer of Apps 
Para os primeiros aplicativos criados para o novo sistema, a Microsoft recrutou vários universitários ligados à programação para um programa de verão. No período, os jovens aprenderam e trabalharam para montar sistemas e interfaces que serão utilizados no novo Windows.

O que ainda falta para o lançamento oficial? 
Por enquanto, apenas a versão para desenvolvedores deve ser liberada. Para os usuários domésticos, ainda falta o lançamento das versões Beta, RC (Release Candidate), RTM (Release to Manufacturing) e GA (General Availability). Apenas quando todas essas fases forem concluídas será possível encontrar o Windows 8 nas lojas (o que deve acontecer apenas no ano que vem).

Arrume a sua bagunça na biblioteca do iTunes com o TuneUp

Você é daqueles que não se preocupa muito na hora de importar um novo CD para sua biblioteca e só depois que a bagunça já está formada é que vai lembrar de colocar nome e capinha nas faixas?


Pois o TuneUp, que já existia para no Windows, acaba de chegar ao mundo Mac para te ajudar a “pôr a ordem na casa”.


O software é capaz de analisar e reconhecer quais os nomes das música que estão nomeadas — normalmente, como track01, faixa01 e outros nomes automáticos que vemos por aí. Ele também consegue localizar as capinhas de álbuns que estão faltando e sugere algumas opções para completar sua coleção, de forma que você possa tirar todo proveito da visualização no modo Cover Flow. Eu até que tentei ver se o software funciona da forma como eles afirmam, mas devo admitir que a minha biblioteca de músicas é impecável. Só consegui incluir umas duas capinhas de alguns poucos álbuns que não as possuíam, rsrs. Mas fica ai a dica de download que foi pedido de nosso amigo leitor, Marçal.

Baixar Agora - Mac OS X
(Megaupload – 23MB)
*Serial incluso*


Baixar Agora - Windows
(Megaupload - 15MB)
*Serial incluso + iTunes Plugins*




Como apagar todas as suas contas da internet em poucos instantes


Não faça mais um caminho tortuoso para eliminar seus rastros na web. Com este site, você vai direto ao ponto


Ainda estamos longe de contar com um login único e universal para todos os sites na internet. Já existem algumas tentativas bem sucedidas, como o Facebook Connect e o OpenID, mas nenhuma dessas opções teve (ainda) uma grande abrangência na web. Por isso, ainda precisamos efetuar um cadastro diferente para cada site que exige login. E assim, temos diversas contas espalhadas na rede mundial, em vários sites, com usuários e senhas diferentes (ou não).


Sites de promoções, compras coletivas, relacionamentos, jogos, notícias, bancos... O fato é que efetuamos cadastros em inúmeros sites ao longo dos anos que estamos conectados, e esses registros ficarão para sempre na web (a menos que o site saia do ar ou a própria internet). Quem deseja desfazer-se dessas contas, prepare-se: eliminá-las pode ser um verdadeiro sacrifício. Os sites geralmente colocam diversas restrições para tal e a opção de deletar a conta frequentemente fica em algum lugar obscuro, perdido no meio dos menus. Ou seja, assim como qualquer assinatura de um serviço (tv a cabo, celular, jornal, etc), o que os sites querem é dificultar nosso acesso para encerrar o vínculo. Se você quer deletar mais de uma conta, a tarefa pode se tornar interminável. Mas com a ajuda de Delete Your Account, as coisas podem ficar um pouco mais fáceis. Sua função é apontar o caminho mais curto para você eliminar sua(s) conta(s). Diversos sites estão cadastrados em sua base para você deletar uma conta em instantes, como Facebook, Orkut, Google, Hotmail, LinkedIn, Wordpress, Last.fm entre outros. Se você precisa fazer uma faxina na web, Delete Your Account é uma mão na roda e resolve tudo rapidinho. Acompanhe nosso passo a passo e aproveite a comodidade.


Tela Principal
Para começar, acesse o site Delete Your Account. A tela principal é composta por 5 áreas:





01- Localização de sites pela letra inicial;
02 - Mensagem alertando que não é possível digitar seu nome para localizar todos os cadastros feitos com ele na internet;
03 - “What’s popular”: os sites mais populares;
04 - “Search”: campo de busca por sites;
05  - “Just added”: os sites que foram adicionados recentemente.

Localizando Sites
Há varias maneiras de localizar um domínio dentro de Delete Your Account. Você pode encontrá-lo nos sites mais populares, ou nos recentemente utilizados. Se preferir, pode localizá-lo pela letra inicial, ou fazer uma busca por seu nome.

Neste pequeno tutorial, vamos simular a eliminação de uma conta do Orkut, localizando o site através do campo de pesquisa. Para isso, digite “Orkut” no campo em branco (número 4) e clique em Search.


O site abrirá a página de pesquisa. Clique em cima do resultado.



Deletando sua Conta
Logo em seguida, o site exibirá todas as informações de como proceder para apagar a sua conta. Clique no link que aparece ao lado de “Quick Link” para continuar o processo. 
ATENÇÃO! O site mostra um aviso bem claro na parte inferior dessa tela: a exclusão não pode ser desfeita. Por isso, tenha certeza de que deseja apagar a conta.




O trabalho de Delete Your Account encerra aqui. Ele abrirá um link externo (do site do qual você quer deletar a conta) para continuar com o processo. Como estamos simulando a eliminação de uma conta do Orkut, ele abriu o link da rede social. Repare que a página aberta é exatamente a que nos permite deletar o cadastro.


Nesse exemplo, a conta do Google já estava logada e por isso o Orkut não solicitou login e senha. Caso contrário, o site vai redirecionar você para a tela de login. Depois disso clique em “excluir minha conta”.




Mesmo que você já esteja logado, o Orkut vai redirecionar você para a tela de login do Google. Digite a sua senha.






Chegamos na última etapa. Marque a opção de que tem certeza que deseja excluir sua conta no Orkut e por fim, clique em “Remover Orkut”. Caso encerrado.




Lá e de volta outra vez
Assim que apagar um cadastro, basta apenas voltar para o site, caso queira deletar outro. Repita todas as etapas listadas aqui e encontre o link direto para efetuar a eliminação do cadastro nos sites que você deseja.



Delete Your Account prova ser uma excelente opção para quem precisa deletar uma conta, especialmente para quem necessita eliminar várias delas. O catálogo de sites disponíveis ainda não é muito grande, o que deve ser resolvido com o tempo. 

Como as redes Wireless DIDO vão mudar tudo

Steve Perlman, criador da OnLive, agora promete revolucionar mais uma vez, com uma rede de comunicações diferente de tudo que conhecemos.
Imagine se cada dispositivo móvel tivesse sua própria rede de banda larga, sem precisar de um cabo. É dessa forma que Steve Perlman – cientista e fundador da OnLive, o sistema de jogos sob demanda – explica sua tecnologia de "entrada distribuída saída distribuída", (no inglês, DIDO), um circuito de comunicações experimental que pode tornar as redes móveis atuais obsoletas. Hoje, se uma rede transmite um sinal com 100 megabits de banda e 100 pessoas estiverem conectadas a ela, a divisão será igualitária. Ou seja, cada pessoa receberá apenas 1 megabit por segundo. Caso mil pessoas estejam conectadas, essa proporção diminui para 100 Kbps por pessoa e assim consecutivamente. Com a tecnologia DIDO, todos receberiam 100 megabits, independente do número de pessoas na rede.

Steve Perlman ao lado da marca de sua maior criação, a OnLive. (Fonte da imagem: OnLiveFans)“Eu sei que isso parece impossível”, disse Perlman em entrevista à Wired, “mas literalmente, se você possui uma célula de 100 Mbps e existem 100 pessoas nela, cada um receberá 100 Mbps. É realmente impressionante; você não interfere na banda dos outros”. Além disso, de forma resumida, a lista de funcionalidades da rede DIDO parece até boa demais para ser verdade:

 • Sua banda ilimitada eliminará “zonas mortas” e quedas de ligações, independente da localização;
• O sinal é capaz de passar através de objetos que normalmente barram os sinais dos celulares (como elevadores) sem perder a intensidade;
• Não necessita de grandes torres de transmissão; basta uma estação de tamanho modesto;
• Os sinais transmitidos pelas antenas podem chegar a um alcance de até 400 kms.

 Naturalmente, esse desenvolvimento não aconteceu do dia para a noite, e os pesquisadores já trabalham nisso a mais de uma década. Só agora que Perlman lançou um documento explicando o funcionamento da tecnologia, que já está patenteada, e suas implementações.

Entendendo a interferência e a nova visão da rede DIDO
Sempre que há uma transmissão de rádio que se sobrepõe a outra, temos interferência. Um exemplo simples é imaginar o que acontece com rádios AM/FM enquanto se está dirigindo. Ao se distanciar de uma central de transmissão de rádio, uma nova pode começar a se sobrepor, o que gera a interferência entre elas. Isso se estende até o ponto em que só a nova estação esteja ao alcance e somente ela passe a ser ouvida. Por isso rádios com mesma frequência ficam longe umas das outras.

Com os celulares, esse problema se torna mais complexo. Devido à quantidade enorme de dados que é transmitida entre as torres e os aparelhos, diversas técnicas de transmissão tiveram que ser implementadas. Contudo, ainda assim é comum termos quedas de ligação e interferências.

Já a rede DIDO não sofre desse problema. Ela funciona de uma forma que lembra mais uma rede Wi-Fi, mas sem as limitações atuais. Hoje, ao estar conectado sozinho a uma rede Wi-Fi, o usuário recebe 100% do sinal e, ao fazer o stream de um vídeo, ele deverá ocorrer sem problemas. Caso um segundo usuário também se conecte à mesma rede e comece a ver um vídeo, a taxa se torna mais difícil de manter, visto que ambos começariam a “brigar” pela banda disponível.

Mas com um "access point" DIDO esse problema não ocorre. Quando o usuário clica em um vídeo, ele não é enviado diretamente ao computador da pessoa, mas sim a uma central DIDO. Essa central é então responsável por interpretar o dado e transformá-lo em sinal de rádio que será então transmitido ao aparelho do usuário.

Caso um segundo usuário entre na rede, a central processa os dois dados requeridos e envia duas formas de onda diferentes simultaneamente a cada aparelho. Dessa forma, cada um recebe o dado como se estive sozinho na rede, sem haver nenhuma interferência. Por enquanto as pesquisas foram feitas com até 10 usuários na mesma rede, com sucesso. Contudo os pesquisadores afirmam que esse número pode ser multiplicado para um total de mais de 10 mil usuários.

Caso o leitor queira saber mais a fundo o funcionamento dessa tecnologia, vale a leitura do documento de divulgação publicado por Steve Perlman neste endereço (em inglês).

E quais as chances de isso sair do papel?
Por enquanto é natural que todos fiquem ligeiramente céticos em relação a essa tecnologia. Principalmente porque se a DIDO der certo, poderiam ser removidas todas as limitações de banda que hoje existem, principalmente nas transmissões para celulares. E isso pode ser um problema, pois diminuiria os ganhos das grandes operadores de celular, que não teriam alternativa, senão oferecer banda larga de qualidade e ilimitada por um baixo custo. Contudo, se isso realmente funcionar, fará uma diferença completa na maneira que lidamos com redes nos dias atuais.

Hoje, a parte de transmissão é ainda um dos maiores problemas e a tecnlogia disso em celulares ainda se move a passos lentos, em relação a evolução dos aparelhos que nela ficam conectados. Além disso, a rede DIDO exigiria uma grande capacidade de processamento pelo lado dos servidores, devido à grande carga de dados que seria transmitida. Entretanto, pelo lado do usuário, os custos seriam pequenos, pois os "access point" não precisariam fazer muito além de receber o sinal e repassar ao aparelho final. Normalmente um estudo desses poderia passar despercebido, pois parece estar muito à frente da realidade. Contudo, Steve Perlman já provou que pode conseguir grandes feitos. Afinal, quem acreditaria que seria possível jogar Crysis 2 em um computador de baixo custo, possuindo apenas uma conexão com a internet? Portanto se Perlman afirma que a rede DIDO é possível, vamos torcer para que ele esteja certo.

★ Saiba como abrir uma conta gratuita na App Store em qualquer país do mundo

Legal essa App Store Brasil, mas… cadê os jogos? 
Pois é, foi uma das primeiras perguntas que nos fizemos e logo percebemos que nós no Brasil não temos acesso à todos os aplicativos liberados para o público americano. Mas por que isso? Injustiça? Bom, as causas não são muito claras, mas o fato é que nem todos os aplicativos estão disponíveis em todos os países, alguns são limitados geograficamente. Mas ficamos sem nenhum jogo? Pois é, o problema é que todos os jogos eletrônicos vendidos no país precisam de autorização do Ministério da Justiça… Mas enquanto o ministro não libera, que tal se inscrever na App Store americana para ter acesso à todos os aplicativos que a brasileira não tem? Ou na da Argentina, para usar o cartão brasileiro? Vimos pela internet alguns métodos, mas nenhum nos satisfez. A maioria usa sites que divulgam códigos para músicas gratuitas. O problema é que esses códigos têm limite de tempo, e aí o nosso tutorial logo ficaria defasado. Até que descobrimos um método de inscrição fácil na App Store. Não precisa pegar código, visitar site, nada disso. Uma solução simples, como já é típico aqui do Blog. E para demonstrá-la, fizemos um pequeno vídeo explicativo, veja só:


 O bom de abrir uma conta na loja dos Estados Unidos é que você leva, de quebra, a possibilidade de baixar as capas dos CDs diretamente no iTunes, além de poder pegar a música gratuita da semana disponibilizada pela iTunes Store a cada 7 dias. Legal, não é? Obviamente, como você optou por não informar o número do cartão de crédito (pois somente os americanos são aceitos, internacional do Brasil não vale), você só poderá baixar os aplicativos gratuitos. Você pode colocar créditos comprando Gift Cards do iTunes no eBay ou Mercado Livre. Mas tome muito cuidado para não ser enganado nestes lugares, procure sempre alguém que mostre muita segurança (um site no qual confiamos bastante é esse aqui).

NOTAS:

- Este truque vale para abrir contas em qualquer país 

- A Apple ultimamente alterou seu sistema de identificação de endereços, obrigando a fornecer um endereço que realmente exista. Por isso, é importante procurar no Google o endereço exato de um restaurante ou loja existente.
- Pode-se fazer várias contas diferentes, mas cada uma precisa de um endereço email diferente
- Caso você não encontre a opção NONE, você pulou alguma parte, pois o processo continua o mesmo, a Apple não mudou nada.

– Na hora de escolher no Google um endereço americano qualquer, escolha um CEP de um Estado que não cobre imposto local.

– Se você está tendo problema do tipo “Este aplicativo nao está autorizado a executar neste computador”, procure no iTunes o menu LOJA e escolha a opção “Autorizar este computador”.

– É importante ter sempre o último iTunes instalado: http://www.itunes.com.

★ AutoCad 2011 - Mac OS X - [EXCLUSIVIDADE!!]




Uma das coisas que faz muitos arquitetos e engenheiros resistirem em mudar o seu ambiente de trabalho do PC baseado em Windows, para um Mac era a ausência do AutoCAD. Mesmo com excelentes opções para a plataforma da Apple voltadas para desenho técnico e gestão de projetos como o VectorWorks e o ArchiCAD, muita gente só sabe usar o AutoCAD e não está disposta a mudar de software.



Quem se arriscava sempre usava sistemas virtuais para utilizar o AutoCAD em alguma versão Windows. Mas agora isso acabou, recentemente foi anunciado o lançamento do AutoCAD 2011 para Mac, e nós, claro, não iriamos ficar de for a dessa. Trazemos aqui para vocês prontinho para download com serial e tudo.


APROVEITEM!!


(Torrent – 594MB)




★ [LIVRO] A Divina Comédia - Dante Alighieri




Obra: A Divina Comédia
Época: Foi escrita entre 1307 e 1321
Local: Itália
Resumo da Obra: Divina Comédia é a obra prima de Dante Alighieri, concluindo-a pouco antes de sua morte (1321). Escrita em italiano, a obra é um poema narrativo rigorosamente simétrico e planejado que narra uma odisséia pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, descrevendo cada etapa da viagem com detalhes quase visuais. Dante, o personagem da história, é guiado pelo inferno e purgatório pelo poeta romano Virgílio, e no céu por Beatriz, musa em várias de suas obras. O poema chama-se "Comédia" não por ser engraçado mas porque termina bem (no Paraíso). Era esse o sentido original da palavra Comédia, em contraste com a Tragédia, que terminava, em princípio, mal para os personagens.

Dante Alighieri (Florença, 1º de junho de 1265 — Ravenna, 13 ou 14 de Setembro de 1321) foi um escritor, poeta e político italiano. É considerado o primeiro e maior poeta da língua italiana, definido como il sommo poeta ("o sumo poeta"). Seu nome, segundo o testemunho do filho Jacopo Alighieri, era um hipocorístico de "Durante". Nos documentos, era seguido do patronímico "Alagherii" ou do gentílico "de Alagheriis", enquanto a variante "Alighieri" afirmou-se com o advento de Boccaccio.

Aqui está uma obra que deveria figurar na "cesta básica" de qualquer estudante. E não apenas por ser a famosa "Comédia" de Dante Alighieri, a que os pósteros houveram por bem acrescentar, por seus méritos tantos, "A Divina". É uma excelente obra renascentista que eu recomendo.



(4Shared - 2MB)


★ Como bloquear plugins no Chrome

Por segurança ou estabilidade de navegação, aprenda agora a bloquear completamente um plugin ou apenas a sua execução em qualquer página aberta no Chrome.

A internet oferece uma série de atividades e, para usufruir de várias delas, seu navegador necessita de aplicativos complementares, os chamados plugins. Contudo, nem sempre eles só ajudam, pois um grande número deles sendo executados simultaneamente pode acabar por prejudicar o desempenho do browser, retardando o carregamento de páginas, por exemplo. Se você é usuário do Google Chrome, saiba que é possível gerenciar os plugins instalados no navegador de forma nada complicada. Você pode bloquear todos eles, desativar apenas alguns ou ainda bloquear sua execução em páginas específicas. Aprenda tudo agora, Passo a passo

Acesse o menu da chave inglesa do Chrome e depois vá a “Opções”.

Na nova página, selecione o menu “Configurações avançadas” e depois clique em “Configuração de conteúdo”.

Seguindo adiante, role abaixo a tela que se abriu até encontrar a seção “Plug-ins”. Se desejar apenas bloquear a execução de todos os plugins, clique em “Bloquear todos”.
Se você quer bloquear a execução de qualquer plugin em páginas da web específicas, clique em “Gerenciar exceções”.
Lá, insira o endereço da página no campo “Padrão nome do host” e defina em “Comportamento” se você quer permitir ou bloquear a execução de plugins.

Voltando à seção de plugins, clique sobre “Desativar plug-ins individuais” para realizar a ação que dá nome a essa função.
Você encontra uma lista com todos os plugins instalados no computador e que tem acesso ao Chrome. Para bloqueá-los, basta clicar em “Desativar”. Se desejar colocá-los em funcionamento outra vez, clique em “Ativar”.
Ativando plugins na página
Quando você impede um site específico de executar plugins, é possível reverter a situação na própria página bloqueada. Se bloquear plugins do YouTube, por exemplo, ao acessar a página, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o objeto e depois em “Executar este plug-in”.

★Memórias: quais os tipos e para que servem

Armazene temporariamente informações sobre a história das memórias que são essenciais para o funcionamento dos PCs.

Apresentamos a memória RAM, um componente que você já conhece e que sabe até para o que serve. Todavia, ela não chegou agora e parte da história ficou escondida no passado. Hoje revelaremos um pouco sobre os tipos de memórias que apareceram ao longo dos anos. Falaremos sobre as principais diferenças entre os padrões. Você vai saber algumas novidades que devem aparecer no mundo das memórias num futuro próximo. Convidamos você a embarcar nessa jornada tecnológica. Enquanto você lê, não precisa fechar os demais aplicativos, pois a memória do seu computador vai continuar armazenando os dados enquanto você desfruta de toda a informação deste texto.

RAM e DRAM
Foi em algum ponto na década de 50 que surgiram as primeiras ideias de criar uma Memória de Acesso Aleatório (RAM). Apesar disso, nosso papo começa em 1966, ano que foi marcado pela criação da memória DRAM (invenção do Dr. Robert Dennard) e pelo lançamento de uma calculadora Toshiba que já armazenava dados temporariamente.

A DRAM (Memória de Acesso Aleatório Dinâmico) é o padrão de memória que perdura até hoje, mas para chegar aos atuais módulos, a história teve grandes reviravoltas. Em 1970, a Intel lançou sua primeira memória DRAM, porém, o projeto não era de autoria da fabricante e apresentou diversos problemas. No mesmo ano, a Intel lançou a memória DRAM 1103, que foi disponibilizada para o comércio “geral” (que na época era composto por grandes empresas).A partir da metade da década de 70, a memória DRAM foi definida como padrão mundial, dominando mais de 70% do mercado. Nesse ponto da história, a DRAM já havia evoluído consideravelmente e tinha os conceitos básicos que são usados nas memórias atuais.

DIP e SIMM
Antes da chegada dos antiquíssimos 286, os computadores usam chips DIP. Esse tipo de memória vinha embutido na placa-mãe e servia para auxiliar o processador e armazenar uma quantidade muito pequena de dados. Foi com a popularização dos computadores e o surgimento da onda de PCs (Computadores Pessoais) que houve um salto no tipo de memória. Num primeiro instante, as fabricantes adotaram o padrão SIMM, que era muito parecido com os produtos atuais, mas que trazia chips de memória em apenas um dos lados do módulo

Antes desse salto, no entanto, houve o padrão SIPP – que foi um intermediário entre o DIP e o SIMM. O problema é que o conector das memórias SIPP quebrava com facilidade, o que forçou as fabricantes a adotarem o SIMM sem pensar muito. A primeira leva do padrão SIMM tinha 30 pinos e podia transmitir 9 bits de dados. Foi utilizado nos primeiros 286, 386 e até em alguns modelos de 486. O segundo tipo de SIMM contava com 72 pinos, possibilitando a transmissão de até 32 bits. Esse tipo de módulo vinha instalado em computadores com processadores 486, Pentium e até alguns com Pentium II.

FPM e EDO
A tecnologia FPM (Fast Page Mode) foi utilizada para desenvolver algumas memórias do padrão SIMM. Módulos com essa tecnologia podiam armazenar incríveis 256 kbytes. Basicamente, o diferencial dessa memória era a possibilidade de escrever ou ler múltiplos dados de uma linha sucessivamente.

As memórias com tecnologia EDO apareceram em 1995, trazendo um aumento de desempenho de 5% se comparadas às que utilizavam a tecnologia FPM. A tecnologia EDO (Extended Data Out) era quase idêntica à FPM, exceto que possibilitava iniciar um novo ciclo de dados antes que os dados de saída do anterior fossem enviados para outros componentes.

DIMM e SDRAM
Quando as fabricantes notaram que o padrão SIMM já não era o suficiente para comportar a quantidade de dados requisitados pelos processadores, foi necessário migrar para um novo padrão: o DIMM. A diferença básica é que com os módulos DIMM havia chips de memórias instalados dos dois lados (ou a possibilidade de instalar tais chips), o que poderia aumentar a quantidade de memória total de um único módulo.

Outra mudança que chegou com as DIMMs e causou impacto no desempenho dos computadores foi a alteração na transmissão de dados, que aumentou de 32 para 64 bits. O padrão DIMM foi o mais apropriado para o desenvolvimento de diversos outros padrões, assim surgiram diversos tipos de memórias baseados no DIMM, mas com ordenação (e número) de pinos e características diferentes. Com a evolução das DIMMs, as memórias SDRAM foram adotadas por padrão, deixando para trás o padrão DRAM. As SDRAMs são diferentes, pois têm os dados sincronizados com o barramento do sistema. Isso quer dizer que a memória aguarda por um pulso de sinal antes de responder. Com isso, ela pode operar em conjunto com os demais dispositivos e, em consequência, ter velocidade consideravelmente superior.

RIMM e PC100
Pouco depois do padrão DIMM, apareceram as memórias RIMM. Muito semelhantes, as RIMM se diferenciavam basicamente pela ordenação e formato dos pinos. Houve certo incentivo por parte da Intel para a utilização de memórias RIMM, no entanto, o padrão não tinha grandes chances de prospectiva e foi abandonado ainda em 2001.As memórias RIMM ainda apareceram no Nintendo 64 e no Playstation 2 – o que comprova que elas tinham grande capacidade para determinadas atividades. Ocorre que, no entanto, o padrão não conseguiu acompanhar a evolução que ocorreu com as memórias DIMM.

O padrão PC100 (que era uma memória SDR SDRAM) surgiu na mesma época em que as memórias RIMM estavam no auge. Esse padrão foi criado pela JEDEC, empresa que posteriormente definiu como seria o DDR. A partir do PC100, as fabricantes começaram a dar atenção ao quesito frequência. Posteriormente, o sufixo PC serviu para indicar a largura de banda das memórias (como no caso de memórias PC3200 que tinham largura de 3200 MB/s).

DDR, DDR2 e DDR3
Depois de mais de 30 anos de história, muitos padrões e tecnologias, finalmente chegamos aos tipos de memórias presentes nos computadores atuais. No começo, eram as memórias DDR, que operavam com frequências de até 200 MHz. Apesar de esse ser o clock efetivo nos chips, o valor usado pelo barramento do sistema é de apenas metade, ou seja, 100 MHz.
Assim, fica claro que a frequência do BUS não duplica, o que ocorre é que o dobro de dados transita simultaneamente. Aliás, a sigla DDR significa Double Data Rate, que significa Dupla Taxa de Transferência. Para entender como a taxa de transferência aumenta em duas vezes, basta realizar o cálculo:
[número de bytes] x [frequência do barramento] x 2
Do padrão DDR para o DDR2 foi um pulo fácil. Bastou adicionar alguns circuitos para que a taxa de dados dobrasse novamente. Além do aumento na largura de banda, o padrão DDR2 veio para economizar energia e reduzir as temperaturas. As memórias DDR2 mais avançadas alcançam clocks de até 1.300 MHz (frequência DDR), ou seja, 650 MHz real.

E o padrão mais recente é o DDR3 que, como era de se esperar, tem o dobro de taxa de transferência se comparado ao DDR2. A tensão das memórias caiu novamente (de 1,8 V do DDR2 para 1,5 V) e a frequência aumentou significativamente – é possível encontrar memórias que operam a 2.400 MHz (clock DDR).

Dual-Channel e Triple-Channel
Apesar das constantes evoluções no padrão DDR, as memórias nunca conseguiram atingir a mesma velocidade das CPUs. Isso forçou as principais empresas de informática a apelarem para um truque que possibilitaria o aumento do desempenho geral da máquina. Conhecido como Dual-Channel (Canal Duplo), o novo recurso possibilitou o aumento em duas vezes na velocidade entre a memória e o controlador. A tecnologia Dual-Channel depende simplesmente de uma placa-mãe ou um processador que tenha um controlador capaz de trabalhar com o dobro de largura do barramento. Isso significa que a memória utilizada não precisa ser diferente, sendo que a grande diferença está no controlador, que deve ser capaz de trabalhar com 128 bits, em vez dos costumeiros 64 bits das memórias DDR.

Ao dobrar a largura do barramento de dados, as memórias têm a taxa de transferência dobrada automaticamente. Assim, uma memória DDR2 que antes era capaz de transferir 8.533 MB/s, quando programada para atuar em Dual-Channel poderá atingir um limite teórico de 17.066 MB/s. Detalhe: para usar a tecnologia de Canal Duplo é preciso usar dois módulos de memórias, conectados nos slots pré-configurados para habilitar o recurso. A tecnologia Triple-Channel é muito parecida com a Dual, exceto que aqui o canal é triplo. Com a explicação acima fica fácil compreender que é preciso utilizar um processador e placa-mãe compatível (os primeiros a usar esse recurso foram os Intel Core i7 de primeira geração). A largura do barramento aumenta para 192 bits (o triplo dos 64 bits) e, consequentemente, a taxa de transferência triplica. E novamente vale a mesma regra: três módulos são necessários para utilizar essa funcionalidade.

Outros padrões
Enquanto os computadores evoluíram baseados nas memórias DIMM SDRAM, outros dispositivos aderiram a memórias alternativas. É o caso do Playstation 3, que aderiu à linha de memórias XDR DRAM. O padrão XDR é como se fosse um sucessor das antigas memórias baseadas no RIMM (também conhecida como memória Rambus DRAM). Existem ainda as memórias dedicadas para as placas gráficas. As principais são do padrão GDDR, variando entre a primeira geração e a quinta – a GDDR5. As memórias GDDR têm algumas semelhanças com os padrões DDR, mas diferem em alguns aspectos, incluindo as frequências.

Antigamente foram usadas memórias do tipo VRAM e WRAM para armazenar dados gráficos. Atualmente, as memórias são do tipo SGRAM (RAM de sincronia gráfica). Todas elas são baseadas na memória RAM, mas têm certas diferenças.

O futuro enigmático das memórias
O padrão DDR tem reinado por longos anos, todavia, muitas tecnologias estão sendo estudadas para substituir os atuais módulos. Entre tantas, uma que ganha destaque é MRAM, memória magnética que deve alterar completamente o sistema de leitura e escrita. Esse padrão deve disputar com o FRAM, memória ferroelétrica que tem investimentos de grandes empresas, incluindo a Samsung, a Toshiba e outras tantas. E a evolução das memórias RAMs não vai continuar apenas nos módulos que utilizamos no cotidiano. Protótipos como o Z-RAM (Zero-capacitor RAM) devem aportar nas memórias caches dos processadores. Aliás, a probabilidade é muito grande, pois a AMD licenciou a segunda geração da Z-RAM.Apesar de muitas fabricantes investirem alto na continuidade das memórias RAMs, existem fortes indícios de que outros tipos de memórias sejam adotados num futuro próximo. A HP, por exemplo, aposta no Memristor, um componente eletrônico que deve gerar um padrão de memória muito superior ao atual.

- Copyright © Blog Intelly - Intelly Soluções Inteligentes