Arquivo de 01/06/11 - 01/07/11

★ Como inventaram o mouse

Da década de 60 até hoje, o mouse passou de uma caixa pesada e feita de madeira a um acessório leve e equipado com giroscópio.



O mouse se tornou indispensável. Neste exato momento, você provavelmente está lendo este texto com a mão parada sobre ele, ainda decidindo se continua ou não nesta página. Mas, mesmo com toda a presença do mouse em nossas vidas, poucos sabem como esse dispositivo foi inventado.

1952: nasce a primeira trackball


Primeira trackball, criada pela Marinha Canadense em 1952


Cerca de dez anos antes de o primeiro mouse ser criado, o Comando Marítimo das Forças Canadenses contatou diversas empresas que pudessem estar interessadas em participar de projetos que envolviam as forças armadas, universidades e companhias privadas. Um desses projetos pretendia criar uma máquina que fosse capaz de compartilhar dados de radares e sonares em tempo real, para que todos os combatentes pudessem ter uma visão unificada do campo de batalha. Esse projeto ficou conhecido como DATAR. Mas a parte que nos interessa aqui é que o DATAR trazia um dispositivo curioso para a época. Os operadores enviam os dados de radares por meio de uma trackball, uma espécie de “mouse” em que, para movimentar o cursor, bastava girar uma bola presente no aparelho. Claro que essa primeira trackball não tinha a elegância e a leveza dos modelos de hoje. Para ter uma ideia, na época a Marinha Canadense usava uma bola de boliche para a produção desse dispositivo. E, como era um projeto militar e, portanto, secreto, a trackball nunca teve a sua patente registrada.

1963: o primeiro protótipo de mouse


Primeiro protótipo de mouse, criado por Douglas Engelbart


De maneira independente, o pesquisador Douglas Engelbart, do Instituto de Pesquisa Stanford, estava trabalhando em um projeto muito avançado para a época em que vivia. No início década de 60, a maioria dos computadores ainda era operada com cartões perfurados e outros métodos que não permitiam a interação do usuário com a máquina. Mesmo as interfaces de modo texto eram raras. Mesmo assim, Engelbart trabalhava em uma máquina que tinha o objetivo de aumentar o intelecto humano, e não substituí-lo com uma máquina. Muitas das tecnologias que usamos hoje foram propostas por esse projeto, como a interface gráfica dos computadores e os video chats. Entre os dispositivos de entrada apresentados por Engelbart em 1968, durante a primeira demonstração pública de seu projeto, havia uma caixinha de madeira com um botão vermelho na parte superior e um cabo que saia de uma das extremidades, lembrando, de alguma forma, o rabo de um rato. Era o primeiro mouse da história.

1970: primeiro mouse comercializado


Primeiro modelo de mouse a ser comercializado


O “Indicador de Posição X-Y para Sistemas com Tela”, nome do mouse especificado em sua patente, funcionava com duas “engrenagens” que registravam as posições horizontais e verticais do cursor. Algumas semanas depois da apresentação de Engelbart, a empresa alemã Telefunken lançou um modelo de mouse que possuía uma pequena esfera dentro, responsável pelo registro dessas coordenadas. Embora o dispositivo fizesse parte dos componentes dos computadores da Telefunken, esse é considerado como o primeiro mouse a ter sido comercializado no mundo.

1973 - 1981: os mouses da Xerox


Xerox Alto, computador de 1973 com mouse incluso


Os próximos mouses a ganharem o mercado foram comercializados com os computadores pessoais da Xerox, como o Alto, de 1973, o primeiro PC a usar o conceito de desktop e a ter uma interface gráfica voltada para o uso do “rato”. Outra máquina famosa por trazer um mouse como parte do sistema foi a Xerox Star, conhecida oficialmente como Xerox 8010 Information System. Esse também foi um dos primeiros computadores a incorporar diversas outras tecnologias tão comuns nos PCs de hoje, como redes Ethernet, servidores de arquivo e de impressão.

1983: primeiro mouse da Apple


Mouse do Apple Lisa


Nesse ano, a Apple lançou o famoso computador Lisa, que continha um mouse inspirado no mesmo que acompanhava o Xerox Alto. Uma característica marcante desse modelo é que, em vez de usar uma bolinha de borracha, o mouse do Lisa usava uma esfera de metal. Esse foi o modelo que estabeleceu o padrão de um único botão para outros mouses da empresa, durante cerca de 20 anos.

1999: a estreia do mouse ótico


Um dos modelos de mouse ótico da Microsoft


Apesar de as pesquisas para os primeiros modelos de mouse óticos terem começado em 1980, foi só em 1999 que o primeiro modelo comercial desse tipo de dispositivo foi lançado. O IntelliMouse com IntelliEye, da Microsoft, funcionava sobre quase qualquer tipo de superfície e apresentou melhoras muito significativas quando comparado com o mouse mecânico.

A principal diferença era o fato de que a “bolinha” do mouse mecânico foi substituída por um LED infravermelho, apresentando a vantagem de esse modelo não acumulava sujeira, evitando assim que o usuário precisasse abrir o dispositivo e limpá-lo. A série IntelliMouse também foi a primeira a incorporar a scroll wheel.

Mais tarde, esses modelos acabaram evoluindo e o LED foi substituído por um laser díodo, ganhando as prateleiras em 2004 com o MX 1000, produto da Logitech.

Outros modelos de mouse

A evolução dos mouses não para por aí e, recentemente, os “ratos” ganharam “asa”. Graças aos giroscópios, agora os mouses não precisam nem mesmo ser operados sobre uma superfície física e plana. Esse modelo requer apenas alguns movimentos leves do pulso do usuário para que o cursor seja movido, reduzindo assim o cansaço físico causado por arrastar o mouse durante o dia todo.

Outra inovação são os chamados mouses 3D, indicados especialmente para a manipulação e navegação de imagens em três dimensões, mas não limitados a isso. Você pode conferir, no vídeo acima, o uso de um dispositivo desses com o Internet Explorer e Word.

Novos modelos também estão acrescentando sensações táteis ao mouse, fazendo, por exemplo, com que o dispositivo vibre ao posicionar o cursor sobre algum elemento gráfico. Também não podemos nos esquecer de que acessórios como o Kinect, do Xbox 360, pode acabar guiando o desenvolvimento para um futuro em que, talvez, nem precisaremos segurar algum controle para operar a interface do software.

★ Qual a diferença entre drive e driver?

Duas palavras tão parecidas que às vezes nos confundem. Se você tem dúvidas, agora é a hora de acabar com elas.


A diferença entre drive e driver pode ser demarcada apenas por um “r” a mais em uma das palavras. No entanto, apesar dessa semelhança de escrita, o emprego e o significado dos termos é bem diferente na prática. Derivados do inglês, os termos fazem parte do mundo diário de quem trabalha com informática, mas podem confundir os usuários menos familiarizados com computadores. Preciso instalar um drive ou um driver? Fala-se drive ou driver de CD? Ironicamente, o seu computador não sobrevive nenhum deles. Então, para evitar confusão, o primeiro grande ponto a ser observado é que os drives estão relacionados ao hardware, enquanto os drivers são softwares que permitem o funcionamento e comunicação dos dispositivos junto ao computador.

Drive

Em resumo, um drive é um componente físico da sua máquina que serve como uma unidade de armazenamento. Internamente, temos os clássicos drives de CD, DVD e Blu-ray, assim como alguns que caíram ou estão caindo em desuso, como o compartimento de disquete. Isso sem se esquecer do mais importante de todos: o disco rígido (HD).

Da mesma maneira, qualquer aparelho externo que armazena arquivos (pendrive, smartphone, câmera digital, tablet, cartão SD etc.), passa a ser considerado um drive quando conectado a alguma entrada USB do sistema. O mesmo também vale para HDs externos.

Onde vejo os drives no sistema?

Essa é fácil. Sempre que você acessa o “Computador”, ele representa os drives ativos através de letras (A:, C:, J:). Além de todos os dispositivos que citamos, toda e qualquer partição no HD passa a ser considerada um drive independente. Só por curiosidade, a maioria dos discos rígidos vem identificada com a letra “C:”

Devido a um padrão antigo de computador, as unidades “A:” e “B:” sempre foram reservadas para disquetes e, mesmo com a defasagem da tecnologia, o conceito foi mantido — tanto que o Windows nunca renomeia um novo drive com as letras A ou B (só é possível fazer isso manualmente usando o Gerenciador de Dispositivos).

Toda vez que você conecta um pendrive ou outro periférico que reúna arquivos, o mecanismo será automaticamente considerado como um drive. Entretanto, já que se tratam de peças externas, é importante removê-las com segurança para evitar danos a elas e ao computador.

Driver

Em uma tradução ao pé da letra, “driver” significa motorista — e é essa mesmo a função de um driver em um computador. Ele atua como um verdadeiro controlador, transmitindo e interpretando dados entre o sistema operacional e uma peça de hardware. Por exemplo, uma placa de vídeo off-board incrementa a capacidade de processamento gráfico de um computador. Assim sendo, ela tem suas próprias diretrizes e recursos que precisam ser identificados pelo sistema operacional. E é aí que entram os drivers.

Eles atuam nessa etapa da comunicação, integrando máquina e periféricos. Funcionam como softwares que traduzem os comandos dos hardwares para o sistema, possibilitando que os dispositivos funcionem corretamente.

Drivers e instalação

Geralmente, os drivers precisam ser instalados e os CDs ou pendrives de instalação acompanham o produto. No caso da falta do driver original, pode se buscar pelo arquivo para baixar no site do fabricante. Outro ponto a ser levado em conta é a atualização dos drivers. Assim como acontece com softwares convencionais, novas versões (normalmente disponibilizadas gratuitamente) surgem para corrigir alguns erros e melhorar o desempenho dos componentes.

Há muitos componentes que são reconhecidos nativamente pelos sistemas operacionais ou já possuem drivers embutidos (estes são chamados de plug and play) — é o caso de pendrives, adaptadores Bluetooth e alguns modelos de placa de som, só para citar alguns.

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Como já dito, um computador precisa de drives para acumular e acessar conteúdos, assim como é dependente de drivers para estabelecer a comunicação entre hardware e sistema operacional. Entretanto, onde há um drive, há um driver. Mas nem sempre onde há um driver, há um drive. Complicou? Basicamente: todo componente que armazena dados (drive) precisa de um driver. Por outro lado, alguns periféricos, como placas de som e vídeo, necessitam de drivers para funcionar ao mesmo tempo em que não são considerados drives.


★ Câmera permite ajustar foco de fotos depois de tiradas

Recurso possibilita que fotografias sejam tiradas em menos tempo. O dispositivo ainda é capaz de criar imagens 3D.


Uma câmera que permite ajustar o foco da imagem depois da foto ser tirada pretende revolucionar o mercado fotográfico. A Lytro, como foi batizada a câmera, é capaz de capturar ângulos e luminosidade diferenciados dos dispositivos convencionais.



O segredo desse equipamento está no seu software, o qual registra diferentes pontos de foco e permite-os alterar mesmo após a fotografia capturada. "Isso torna a imagem interativa, como um quadro vivo”, comentou Ren Ng, o criador da Lytro, para o jornal The New York Times. Tal característica possibilita que oriunda no menor tempo de captação das imagens. Além disso, esse eletrônico pode registrar dados para a construção de figuras 3D, as quais podem ser exibidas em televisores que tenham suporta a tecnologia tridimensional. Os desenvolvedores da Lytro não querem atingir apenas o público de fotógrafos profissionais e dizem estar trabalhando para que o preço, ainda não divulgado, seja acessível. Clique aqui para acessar um acervo de imagens que exemplificam os recursos do gadget.

★ Protótipo dobrável combina o que há de melhor entre smartphones e tablets

Com duas telas Super AMOLED, vidro Gorilla de proteção, Android 2.3, câmera de 5 MP e processador dual-core, o dispositivo apresenta uma nova perspectiva de desempenho e interação.


Um protótipo de smartphone, desenvolvido pelas empresas de design Imerj e Frog, apresenta uma nova perspectiva de interação aos usuários. O gadget experimental pode ser dobrado e conta com duas telas, as quais podem executar funções diferentes. O modelo, ainda sem um nome oficial, está sendo chamado de “2-in-1 Smartpad” e é considerado uma fusão de smartphone e tablet por seus criadores. Com suporte a multitarefas e duas telas sensíveis ao toque, que juntas possuem 6 polegadas, o dispositivo promete revolucionar o mercado de portáteis. Confira o vídeo de divulgação do aparelho.

Especificações

  • Processador dual-core TI OMAP;
  • 1 GB de memória RAM DDR3;
  • 32 GB de espaço interno para armazenamento de dados – expansível para até 128 GB com a utilização de cartão de memória micro SD;
  • Duas telas WVGA Super AMOLED de 4 polegadas. Ao serem combinadas elas atingem 6 polegadas com resolução de até 960 por 800 pixels;
  • Vidro de proteção Gorilla – considerado o mais resistente do mundo;
  • Sistema operacional Android 2.3 (Gingerbread);
  • 7 milímetros de espessura quando aberto;
  • Câmera com 5 megapixels;
  • Grava vídeos em até 720p;
  • Teclado QWERTY virtual que pode assumir a totalidade de uma das telas;
  • Bateria de 1750 mA.

Primeiras impressões

O site Engadget teve a oportunidade de manipular o protótipo da Imerj. Segundo a avaliação publicada, o aparelho demonstrou ser, à primeira vista, bem resistente. Ambas as partes do dispositivo são densas e o mecanismo de dobra, que utiliza imãs ao invés de componentes mecânicos, mostrou-se eficiente. A espessura do aparelho foi outra característica que chamou atenção. O gadget fechado é um pouco mais espesso que o iPhone 4, por exemplo. Ao ser aberto, o modelo fica com apenas 7 milímetros de espessura, o mais fino smartphone do mundo.

O design da novidade é moderno. Seu revestimento, que aparenta ser constituído de uma grossa camada de tinta metálica, aliado ao vidro Gorilla que protege os displays dá ao gadget uma aparência elegante e sofisticada. Entretanto, os dois milímetros das bordas de cada tela podem atrapalhar levemente a interação do usuário, pois acaba cortando conteúdos quando exibidos em tela cheia. De acordo com a publicação, as telas Super AMOLED teriam apresentado pequenas distorções de cores. Apesar disso, a experiência de interação e navegação não é afetada. A princípio, o desempenho no processamento de dados do aparelho ficou abaixo do esperado. Ele apresentou alguns travamentos e lentidão ao ser mais exigido. Todavia, é válido lembrar que o “2-in-1 Smartpad” é um protótipo, significando que inúmeras melhorias ainda devem ser implementadas.

Por sua vez, a câmera de 5 megapixels desse modelo teria apresentado alguns problemas com flutuações cromáticas no resultado final das fotos. Em contrapartida, o dispositivo pode gravar vídeos em alta definição, com até 720p. Os desenvolvedores do “2-in-1 Smartpad” não revelaram o preço e a previsão de lançamento do eletrônico.

★ O que são Frames por Segundo?

Saiba como esse termo tão falado entre os gamers foi criado, além da sua importância na exibição de imagens em movimento.


Os gamers de plantão certamente já devem ter ouvido, ou até usado muito esse termo. Para muitos, é apenas um número técnico e sem importância. Para outros, é um verdadeiro termômetro que mede o desempenho de seu equipamento ao rodar um jogo ou um vídeo de alta qualidade. Vamos conhecer um pouco mais sobre o famoso FPS: Frames por Segundo.

A composição das imagens

Por trás de toda a ação e o movimento que você vê em qualquer tipo de vídeo, incluindo nos games, existe um truque que transforma imagens paradas em imagens animadas. A ilusão que nosso cérebro interpreta como movimento é feita exibindo-se vários quadros consecutivos em um curto período de tempo. Isso pode ser facilmente experimentado desenhando-se várias figuras ligeiramente diferentes em um bloco de notas e, em seguida, passando-as rapidamente na frente de seus olhos. O objeto ficará “animado”. O mesmo ocorre com o cinema, mas, em vez de desenhos, temos fotografias dispostas em uma fita semitransparente, chamada de filme.

Quanto mais desenhos (ou “frames”) forem exibidos no mesmo período de tempo, mais natural é a ilusão de movimento. Foi padronizado que o tempo de 1 segundo deveria ser usado como parâmetro, nascendo assim, o termo “Frames por Segundo”.

Quanto mais, melhor?

Durante muito tempo a indústria cinematográfica usou a definição de 24 frames por segundo para mostrar filmes com fluidez satisfatória, alegando que nossos olhos não conseguiriam ver diferença com taxas mais altas. Hoje sabemos que isso está longe de ser verdade. Uma pequena demonstração neste site deixa clara a diferença entre várias animações iguais exibidas em taxas de 15, 30 e 60 FPS. Perceba que, no primeiro, o movimento existe, mas é pouco fluido e parece deixar rastros. Já a animação no segundo quadro é bem melhor, com uma boa fluidez. O último roda com uma taxa de 60 FPS e, praticamente, não deixa rastros no caminho da figura. O padrão na maioria das obras cinematográficas hoje é de 30 frames por segundo. Já nos games, foi convencionado que a taxa de 60 FPS é a ideal para transmitir a experiência de maneira satisfatória. Isso por que, diferente dos filmes e da TV, o jogador não está apenas assistindo a um vídeo, mas também interagindo com ele. Enquanto você está jogando um vídeo game, você espera que as repostas para os comandos apareçam na tela imediatamente, em tempo real. Para isso, uma boa taxa de FPS é fundamental.

Haja hardware para aguentar

Apesar de ser o ideal, mostrar a ação nos jogos a uma taxa de 60 FPS não é nada fácil: quanto mais frames forem exibidos por segundo, maior o trabalho da placa de vídeo para conseguir “desenhar” eles a tempo.

Isso se torna mais difícil ainda com as altas resoluções da imagem que temos hoje, além da qualidade dos gráficos que vemos nos video games de última geração. Em outras palavras: os “desenhos” não só são mostrados mais rapidamente, mas também ficaram maiores e com mais detalhes. Sendo assim, a capacidade de processamento do computador, ou do console, quase sempre é o limitante para a taxa ideal, exigindo que os programadores saibam equilibrar a qualidade pretendida com o hardware disponível, o que nem sempre é possível. Por isso, o mínimo de 30 FPS é geralmente o “normal” de muitos jogos.

Quando o hardware falha em produzir a imagem no tempo certo, o que vemos são aquelas lentidões irritantes, com o vídeo truncado e com pausas instáveis. Isso se torna ainda mais evidente quando uma cena de ação intensa acontece repentinamente, ou quando o personagem sai de um túnel pequeno e escuro e entra em um cenário grande e cheio de vida, fazendo variar muito a taxa de FPS. Por esse e outros motivos que a maioria das produtoras prefere sacrificar um pouco do FPS para dar ênfase em outros aspectos do jogo, como a qualidade da textura. Além disso, algumas técnicas, como o "Motion Blur", conseguem driblar um pouco essa fraqueza, dando a impressão de que a imagem está fluida, apesar de estar rodando a um FPS baixo.

Tudo tem limite

Existem “gamemaníacos” que usam a taxa de frames por segundo para competir, uma forma de comparar quem tem o hardware capaz de executar os jogos “mais pesados” com o FPS mais alto possível. Existem programas, como o FRAPS, que podem ajudar nessa tarefa, mostrando o FPS em tempo real. Mas vale lembrar que, além da capacidade de processamento, a taxa de atualização da tela também é importante. Monitores de computadores e HDTVs geralmente tem uma taxa limitada a 60 FPS. Por isso, mesmo os jogos que conseguem rodar acima disso não serão exibidos além do limite do monitor, podendo até ocasionar problemas, caso do “Screen Tearing”.

Esse fenômeno ocorre quando existem diferenças entre o FPS do monitor e o vídeo sendo gerado, causando aquelas linhas horizontais que parecem quebrar o vídeo por um breve momento. Para evitar que isso aconteça, existe uma opção nas configurações avançadas da maioria dos jogos, chamada “V-Sync” (ou sincronia vertical). Isso faz com que o processamento de vídeo que está acontecendo a 75 Hz, por exemplo, aguarde que o frame seja gerado por completo antes de mandar para a tela, forçando a placa de vídeo a desacelerar o processamento para não passar do limite de 60 Hz imposto pelo monitor. É importante lembra que essa opção só deve ser ativada para corrigir o problema de “screen tearing”, já que forçar a sincronia de vídeo pode causar queda no desempenho. Se a exibição em seu monitor estiver normal, mantenha o “V-Sync” desativado.

Além dos 60 FPS

Algumas TVs de alta definição modernas possuem recursos para exibir vídeos a uma taxa de 120, ou até 240hz. Mas como são poucas as fontes de vídeos que suportam essa frequência, essas TVs usam um truque para duplicar os 60 FPS normais, criando um frame temporário entre cada quadro recebido e incrementando a imagem na tela.

Cada fabricante possui sua própria tecnologia para aumentar o número de frames (como o “Motion Flow” da Sony e o “TruMotion” da LG), mas, no geral, todas usam o mesmo método. Apesar de propor um aumento na fluidez, muitas pessoas podem não se acostumar muito bem com a sensação de assistir as imagens aceleradas, motivo pelo qual esse recurso geralmente permanece desligado.

★ Apple: Sandy Bridge desembarca no Macbook Air e em desktops

Novas informações de fontes ligadas à Apple mostram que Steve Jobs quer deixar seus computadores ainda mais potentes.


Os ultrafinos da Apple estão com cada vez mais fãs. É fato que o MacBook Air é poderoso para suas finalidades, mas a empresa de Steve Jobs ainda não está convencida de que chegou ao ponto mais alto possível. Uma prova disso é a instalação dos novos processadores Sandy Bridge, que devem compor a próxima geração dos notebooks.



Fontes ligadas à Intel dão informações bastante substanciosas sobre a novidade. Segundo elas, os modelos de processadores disponibilizados para a Apple são: Core i5-2557M (1,7 GHz), Core i7-2637M (1,7 GHz) e Core i7-2677M (1,8 GHz). Abandonando os chips Core 2 Duo, os Macbook Air podem oferecer melhor desempenho para seus consumidores.

Macbook Air preto? Não desta vez

Alguns rumores diziam que, possivelmente, seria criada uma versão preta para os ultrafinos. A verdade é que a Apple realmente testou o novo design para o Macbook Air, mas o projeto foi barrado ao chegar às mãos de Steve Jobs. Segundo o CEO da empresa, a cor preta pode ser muito bonita nos notebooks, mas em poucos minutos a gordura dos dedos começa a ficar aparente e ele ganha um aspecto muito sujo.

Até poucos anos atrás, os notebooks Macbook possuíam a opção de serem comprados na cor preta, mas hoje nenhum dos aparelhos da Apple é vendido dessa forma. Várias fontes norte-americanas continuam prevendo o lançamento de um Macbook Air preto, mas sugerem que seria necessário utilizar o mesmo material aplicado aos iPods Shuffle.

Nova geração de desktops Apple

Quem pensa que a Apple só se dedica aos portáteis está enganado. Os utilizadores do Mac Mini devem contar com a nova geração dos computadores ainda neste ano, com algumas modificações no hardware. Para começar, espera-se que ele seja vendido com a porta Thunderbolt embutida para garantir melhor qualidade na transmissão de dados e vídeo.

Outra alteração importante é a saída dos processadores Core 2 Duo para a entrada dos Intel Core Sandy Bridge. O problema é que ainda não foram confirmados novos processadores gráficos, o que nos leva a pensar que o GPU utilizado será integrado ao processador da Intel, menos potente do que os utilizados anteriormente.

Time Capsule e AirPort Extreme

Os periféricos também ganharam seus rumores. É muito provável que a Time Capsule (central de backups) seja atualizada para suportar até 3 TB de dados. O design também foi remodelado para que haja menos problemas de superaquecimento com os aparelhos. Por fim, o AirPort Extreme deve ganhar mais antenas e suporte para até três redes simultâneas.

Problemas na bolsa

Durante as últimas semanas, a Apple teve quedas bruscas no valor de suas ações. Entre os fatores que mais contribuem para isso, estão a evolução do Android e a incerteza em relação ao futuro da Apple após a saída de Steve Jobs. Mesmo assim, analistas dizem que com os lançamentos futuros a marca deve voltar a ser valorizada na bolsa internacional.

★ Câmera com 40 mil lentes diz adeus às fotos borradas

Equipamento criado na Alemanha utiliza lentes plenóticas para obter melhores resultados nas capturas de imagens.



Por mais que exista tecnologia empregada, a arte de fotografar ainda precisa de qualidade do fotógrafo para que o resultado seja bom. Quem é que nunca esmerou-se para conseguir capturar uma imagem e depois percebeu que borrões deixaram o resultado muito aquém do esperado? Pois as lentes plenóticas estão aí para mudar essa história. Com esse tipo de lente, as câmeras não captariam apenas uma fotografia, mas sim várias deles, somando-as para os resultados melhores possíveis. A câmera Raytrix R11 é a primeira a ser criada com as lentes, para uso comercial. Ao todo, são 40 mil lentes microscópicas combinando pixels para que o sensor consiga criar a melhor imagem possível. Com isso, os fotógrafos podem dar adeus a borrões nas fotografias. Outros recursos interessantes da R11 são a possibilidade da captura de imagens tridimensionais e a criação de vídeos com o mesmo padrão 3D. Por enquanto, as imagens serão de apenas 3 megapixels e os vídeos não passam dos 6 frames por segundo. Mesmo assim, a Raytrix R11 é um trunfo da tecnologia.

O que incomoda um pouco é o preço: 30 mil dólares. Espera-se que em alguns anos a história mude bastante com o desenvolvimento de mais câmeras utilizando lentes plenóticas. Há também rumores de que a Adobe estaria trabalhando em uma versão do Photoshop especializada nesse tipo de câmera.

★ Hackers atacam servidores da SEGA



A SEGA enviou um email para todos os seus clientes com uma notícia nada agradável: de acordo com a empresa, a casa do Sonic é a mais nova vítima dos hackers. De acordo com o comunicado, todas as páginas do SEGA Pass foram invadidas, o que significa que informações contidas em fóruns e áreas de imprensa foram comprometidas.
No entanto, a companhia afirmou que nenhum dado confidencial foi roubado e que conteúdo financeiro não foi afetado. Além disso, embora todas as senhas estivessem criptografadas, há um pedido para que os usuários alterem as combinações de suas contas para evitar qualquer tipo de problema. Este não é o primeiro caso de invasão de banco de dados registrado no último mês. Desde a queda da PSN, empresas como Bethesda, Codemasters e Epic Games também foram alvos de hackers. No entanto, nenhum grupo assumiu a autoria do recente ataque.

★ Notebook conceitual apresenta tela que pode ser rotacionada

Modelo criado para evento de conceitos da Fujitsu possui uma dobradiça que permite a utilização do monitor tanto no modo retrato como paisagem.



A principal característica dos notebooks e netbooks é a portabilidade. Tendo isso como premissa, os designers Ma Yiwei e Tao Ying criaram um conceito de gagdet portátil que pode ser utilizado tanto na vertical como na horizontal. O modelo foi concebido para disputar a Fujitsu Design Award 2011, o evento de tecnologias conceituais da Fujitsu.



O grande diferencial desse aparelho é a dobradiça, a qual permite a visualização do monitor no estilo paisagem ou retrato. O visual do conceito é mais compacto que o dos aparelhos que estamos acostumados a ver nas lojas.

★ Novidades da semana...

Processadores AMD Fusion A-Series são lançados oficialmente
Conheça alguns detalhes sobre a aposta da AMD para competir com os APUs da Intel.




Quando se trata de processadores, a guerra se resume a dois grandes nomes: AMD e Intel. Com os chips Sandy Bridge, a Intel planejava dominar o mercado dos notebooks para gamers, visto que os componentes misturam o processamento comum com a aceleração gráfica. A AMD não ficou atrás e também entrou na briga. A nova aposta da empresa são os processadores AMD Fusion A-Series, lançados oficialmente no dia 14 de junho. Ao contrário da Intel, que utiliza GPU HD Graphics (pouco elogiada pelos usuários), a AMD aposta em controladores gráficos mais potentes, como é o caso do HD 6620G (que mesmo sendo o mais fraco da série, conta com clock de 444 MHz). Logicamente a utilização de APUs não elimina a necessidade de chipsets mais fortes, mas para filmes e jogos menos pesados é uma alternativa muito boa.


Segundo a AMD, todos os novos processadores da série Fusion A-Series contam com compatibilidade aos sistemas 3D para jogos e reprodução de Blu-rays, configurações para vários monitores, suporte para DisplayPort e HDMI 1.4 e também USB 3.0. A empresa afirma ainda que essa é a primeira geração de processadores quad-core a apresentarem microarquitetura Llano de 32 nm. Outro fator interessante é a promessa de baterias mais autônomas, com duração de até dez horas. Com o novo lançamento, que varia entre 499 e 599 dólares, a AMD planeja competir diretamente com os chips Intel Core i3, i5 e i7. O que fica claro até mesmo nos nomes dos novos dispositivos: A4, A6 e A8.Confira alguns detalhe sobre os novos processadores.





MimoPlug: conheça o menor computador Linux do mundo
Com tamanho próximo ao de um adaptador para tomadas, a novidade tem como foco os aplicativos baseados na nuvem.




Desenvolvido pela MimoMonitors, companhia especializada na produção de monitores compactos, o MimoPlug é um computador com sistema operacional Linux com aparência bem diferente da convencional. Com um design compacto, o aparelho lembra muito mais um adaptador para tomadas do que um desktop convencional. A máquina possui somente 4,33” de comprimento, 2,74” de largura e altura de 1,9” e, conectada a um dos monitores fabricados da empresa, constitui um dos menores computadores disponíveis no mundo. Segundo a fabricante, o dispositivo é focado nas aplicados voltadas para a nuvem, podendo ser utilizado tanto para tarefas comuns como uma forma adicional de monitorar redes locais.

Especificações modestas

O MimoPlug possui um processador Kirkwood Series de 1,2 GHz, 512 MB de memória DRAM e armazena dados em memórias flash com capacidade que varia entre 4 a 16 GB. A conexão com a internet se dá através de uma porta Ethernet convencional, e a fabricante promete desempenho semelhante ao de um desktop convencional durante a realização de tarefas cotidianas. A novidade está à venda no site da MimoMonitors em diferentes pacotes que acompanham um dos monitores produzidos pela companhia. O preço varia entre US$ 379,99 até US$ 499,98, dependendo do modelo e tamanho da memória escolhidos. Todos as compras acompanham cabos de força, cabos de rede e cartões SD de 4, 8 ou 16 GB que devem ser usados para iniciar a tela escolhida.

Google anuncia Instant Pages e traz outros serviços para o Brasil
Empresa quer cada vez mais predizer buscas para agilizar a exibição de resultados.



Durante a conferência Inside Search, realizada hoje em São Francisco, nos Estados Unidos, executivos do Google anunciaram algumas novidades que prometem esquentar as buscas dos usuários. Entre as inovações prometidas, houve a apresentação do Google Instant Pages, serviço que pode ser encarado como uma evolução do Google Instant. O Google Instant, por sua vez, já está em funcionamento na versão inglesa do buscador desde setembro do ano passado, e estará disponível a partir de hoje em 32 novos idiomas e 69 domínios — incluindo o Brasil e outros países da América Latina. Através de um sistema que mostra os resultados em tempo real enquanto o usuário digita, o recurso poupa até cinco segundos em uma busca comum. Além das pesquisas por conteúdo, o Instant também se integra à ferramenta de imagens. Ou seja, enquanto uma palavra vai sendo digitada, o Google relaciona os desfechos mais populares e segue mostrando imagens de forma automática sem que necessariamente o botão “Pesquisar” seja clicado — a cada letra modificada, a conclusão da pesquisa vai se alterando também.

Instant Pages chega para fortalecer o Chrome



Dando um passo à frente do Instant, o Instant Pages chega não só para pré-visualizar as buscas enquanto o usuário digita, mas para pré-carregar as primeiras páginas de resultado. As demonstrações são impressionantes e o sistema deve acirrar ainda mais a disputa por rankeamento junto ao buscador. Outra briga, esta referente aos navegadores, também entra em cena com o Instant Pages. O Google pretende lançar a ferramenta (ainda sem data prevista) integrada ao Google Chrome. Pelo menos por enquanto, não se sabe se haverá disponibilidade imediata dela para outros browsers. De acordo com Amit Singhal, engenheiro de software da empresa, e pelo que diz o vídeo de apresentação, a inovação será capaz de poupar entre quatro e dez segundos do tempo total de carregamento de páginas — algo valioso na equação que compreende tempo e dinheiro.

Sucessor do Xbox 360 pode aparecer na próxima E3
Novo console viria acompanhado do game Timesplitters 4, desenvolvido pela Crytek para demonstrar todo o potencial gráfico da plataforma.



Com o término da edição de 2011 da E3, chegou a hora de começarem os rumores sobre o evento do ano que vem. Como não poderia deixar de ser, os boatos giram em torno do anúncio de um novo console da próxima geração que deve aparecer na feira. A informação veio de uma fonte do site VideoGamer. Esse contato estaria ligado à Crytek e afirmou que o sucessor do Xbox 360 será apresentado ao público em 2012, juntamente com o game Timesplitters 4, um dos primeiros e principais jogos a serem lançados. De acordo com esse informante, o título serviria para estabelecer um padrão visual aos gráficos do novo sistema. Segundo ele, a ideia da Microsoft é se adiantar à Sony – cujo presidente anunciou que não veremos um sucessor do PlayStation 3 antes de 2016. No entanto, o tal contato da Crytek declarou que o estúdio também está investindo no desenvolvimento do PS4.

[via TecMundo]


★ iCloud: confira os recursos do serviço de armazenamento na nuvem da Apple

Serviço da Maçã que permite salvar documentos, músicas e fotos na web foi revelado na WWDC 2011. Descubra as peculiaridades dessa novidade!



No final do mês passado, a Apple confirmou a existência do seu serviço de armazenamento de conteúdo na nuvem. Após inúmeros rumores, os quais em sua maioria envolviam a construção de uma imensa central de dados na Carolina do Norte, a data de lançamento do iCloud foi confirmada para o WWDC 2011 (Worldwide Developers Conference). Na quinta-feira (2), o site AppleInsider publicou uma foto da preparação do centro de convenções Moscone Center para a conferência que exibe o que seria a logo para o serviço de armazenamento online da Maçã. Conforme o cronograma, Steve Jobs subiu ao palco nesta tarde para apresentar seu mais novo produto: o iCloud!

Nas nuvens!

Como de praxe, o grande figurão da marca começou sua apresentação expondo o contexto atual da vida virtual: os computadores deixaram de ser o centro de armazenamento de dados. Segundo Jobs, isso funcionou muito bem durante os últimos dez anos, mas, atualmente, a internet é a grande solução para guardar conteúdo. Conforme exposto na WWDC 2011, o iCloud terá conexão direta com o iPhone e o iPad. O usuário poderá enviar qualquer dado de seus aparelhos imediatamente para sua conta na nuvem, e o serviço poderá enviar conteúdo para os dispositivos da marca por qualquer mecanismo de conexão à internet. Ele ainda terá integração com os aplicativos instalados e tudo isso acontecerá automaticamente.



De acordo com Jobs, o iCloud não utilizou nada do MobileMe, o primeiro produto da empresa que esboçou a intenção de salvar arquivos na nuvem, mas que foi um completo fiasco. O novo serviço da Maçã permitirá que um contato criado no iPhone, por exemplo, seja compartilhado com outros dispositivos por meio da web. Outras informações importantes no dia a dia dos usuários, como calendário e emails, também serão sincronizados automaticamente pelo iCloud – uma vez por dia, pelo menos. Nas palavras de Steve Jobs, “a integração é completa”. Serão 5 GB de espaço gratuito para cada usuário armazenar documentos, emails, dados de configuração e aplicativos. O espaço ocupado por músicas e imagens não será considerado nessa perspectiva.



Games, aplicativos e marcadores de página

Todavia, as funcionalidades deste serviço não param por aí. Ao comprar um game, o usuário deseja utilizá-lo em todos os seus gadgets com iOS. Assim, a App Store terá compatibilidade com o novo serviço da empresa. Basta um clique para baixar qualquer software ou jogo novamente, sem qualquer custo adicional. Dessa forma, todo o conteúdo que o consumidor adquirir ao longo do tempo poderá ser transferido para novos dispositivos da marca. Outra função interessante do iCloud é a sincronização de marcadores de páginas, com a qual é possível iniciar uma leitura no iPad e continuar, posteriormente, no iPhone, sem perder suas anotações.



A segurança das informações

O serviço de armazenamento na nuvem da Apple também servirá como um poderoso mecanismo de backup. Com as principais informações do usuário armazenadas na web, mesmo que o gadget estrague, ele não terá grandes perdas de seus dados.

Documentos na rede

O Documents in the Clouds é mais um recurso do iCloud. Conforme pode-se perceber durante a apresentação de Jobs, essa ferramenta deve ser concorrente do Google Docs, ou seja, oferecerá suporte para a criação, edição e compartilhamento de documentos online. Ao elaborar qualquer documento, você o terá em qualquer dos seus dispositivos – inclusive para o conjunto iWorks. A novidade foi demonstrada por Roger Rosner no palco. Na exibição, sempre que o usuário criar um documento, ele terá a opção de desenvolvê-lo na nuvem. Tanto as transferências como as atualizações dos dados ocorrem automaticamente. Rosner abriu um documento e fez o compartilhamento ao vivo. Tudo funcionou corretamente!



Facilidade para os desenvolvedores

Steve Jobs comentou, brevemente, sobre os APIs para o iCloud. Por meio desse mecanismo, os desenvolvedores poderão integrar seus programas às nuvens. Isso garantiria bilhões de possibilidades para os usuários compartilharem conteúdo entre os seus aparelhos da Apple. Tal função, também, é válida para Macs e PCs – para a surpresa de muitos –, fato que o transformaria em um sistema de total integração.

Fotografias compartilhadas

O Photo Stream é uma função de grande utilidade. Esse recurso permite o compartilhamento de imagens de maneira muito intuitiva e prática. Com ele, fotografias podem ser compartilhadas logo após serem tiradas. Digamos que você fotografe uma paisagem com seu iPhone. Bastam poucos cliques para enviá-la ao iCloud e, consequentemente, ao seu iPad ou computador com Windows.Nesse último caso, as imagens serão direcionadas para uma pasta, já que esse sistema operacional não tem suporte ao programa original. Embora as figuras sejam salvas nos aparelhos, as últimas mil imagens permanecerão no serviço online por 30 dias. Outro atrativo dessa ferramenta é a compatibilidade com a Apple TV, a qual terá acesso ao conteúdo compartilhado.



Download de músicas

Os amantes da música vão adorar a notícia de que o iTunes terá compatibilidade com o iCloud. Conforme explicitado por Jobs, a mesma regra da compra de aplicativos na App Store vale para conteúdos adquiridos no iTunes. Assim, por exemplo, uma canção comprada pelo iPhone estará automaticamente disponível no iPad do usuário – ressaltou-se que não haverá custos adicionais para o download em até dez dispositivos. Para músicas adquiridas por outros serviços além do iTunes, Jobs explica que o usuário tem três alternativas para compatilhá-las: sincronizar os arquivos por Wi-Fi ou cabo específico para a transferência de dados; comprar as canções no iTunes ou usar a ferramenta Match desse aplicativo.



O iTunes Match é a novidade. Por meio desse recurso, é possível escanear a biblioteca do seu computador e replicá-la na nuvem. Os títulos identificados são automaticamente substituídas por versões de alta qualidade – com 256 Kbps. O repositório desse serviço conta com 18 milhões de músicas. Essa funcionalidade custará US$ 24,99 por ano, com a limitação de 20 mil músicas nesse período. O iTunes para iCloud poderá rodar em dispositivos com iOS 4.

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