Arquivo de 01/08/11 - 01/09/11

★ AutoCad 2011 - Mac OS X - [EXCLUSIVIDADE!!]




Uma das coisas que faz muitos arquitetos e engenheiros resistirem em mudar o seu ambiente de trabalho do PC baseado em Windows, para um Mac era a ausência do AutoCAD. Mesmo com excelentes opções para a plataforma da Apple voltadas para desenho técnico e gestão de projetos como o VectorWorks e o ArchiCAD, muita gente só sabe usar o AutoCAD e não está disposta a mudar de software.



Quem se arriscava sempre usava sistemas virtuais para utilizar o AutoCAD em alguma versão Windows. Mas agora isso acabou, recentemente foi anunciado o lançamento do AutoCAD 2011 para Mac, e nós, claro, não iriamos ficar de for a dessa. Trazemos aqui para vocês prontinho para download com serial e tudo.


APROVEITEM!!


(Torrent – 594MB)




★ [LIVRO] A Divina Comédia - Dante Alighieri




Obra: A Divina Comédia
Época: Foi escrita entre 1307 e 1321
Local: Itália
Resumo da Obra: Divina Comédia é a obra prima de Dante Alighieri, concluindo-a pouco antes de sua morte (1321). Escrita em italiano, a obra é um poema narrativo rigorosamente simétrico e planejado que narra uma odisséia pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, descrevendo cada etapa da viagem com detalhes quase visuais. Dante, o personagem da história, é guiado pelo inferno e purgatório pelo poeta romano Virgílio, e no céu por Beatriz, musa em várias de suas obras. O poema chama-se "Comédia" não por ser engraçado mas porque termina bem (no Paraíso). Era esse o sentido original da palavra Comédia, em contraste com a Tragédia, que terminava, em princípio, mal para os personagens.

Dante Alighieri (Florença, 1º de junho de 1265 — Ravenna, 13 ou 14 de Setembro de 1321) foi um escritor, poeta e político italiano. É considerado o primeiro e maior poeta da língua italiana, definido como il sommo poeta ("o sumo poeta"). Seu nome, segundo o testemunho do filho Jacopo Alighieri, era um hipocorístico de "Durante". Nos documentos, era seguido do patronímico "Alagherii" ou do gentílico "de Alagheriis", enquanto a variante "Alighieri" afirmou-se com o advento de Boccaccio.

Aqui está uma obra que deveria figurar na "cesta básica" de qualquer estudante. E não apenas por ser a famosa "Comédia" de Dante Alighieri, a que os pósteros houveram por bem acrescentar, por seus méritos tantos, "A Divina". É uma excelente obra renascentista que eu recomendo.



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★ Como bloquear plugins no Chrome

Por segurança ou estabilidade de navegação, aprenda agora a bloquear completamente um plugin ou apenas a sua execução em qualquer página aberta no Chrome.

A internet oferece uma série de atividades e, para usufruir de várias delas, seu navegador necessita de aplicativos complementares, os chamados plugins. Contudo, nem sempre eles só ajudam, pois um grande número deles sendo executados simultaneamente pode acabar por prejudicar o desempenho do browser, retardando o carregamento de páginas, por exemplo. Se você é usuário do Google Chrome, saiba que é possível gerenciar os plugins instalados no navegador de forma nada complicada. Você pode bloquear todos eles, desativar apenas alguns ou ainda bloquear sua execução em páginas específicas. Aprenda tudo agora, Passo a passo

Acesse o menu da chave inglesa do Chrome e depois vá a “Opções”.

Na nova página, selecione o menu “Configurações avançadas” e depois clique em “Configuração de conteúdo”.

Seguindo adiante, role abaixo a tela que se abriu até encontrar a seção “Plug-ins”. Se desejar apenas bloquear a execução de todos os plugins, clique em “Bloquear todos”.
Se você quer bloquear a execução de qualquer plugin em páginas da web específicas, clique em “Gerenciar exceções”.
Lá, insira o endereço da página no campo “Padrão nome do host” e defina em “Comportamento” se você quer permitir ou bloquear a execução de plugins.

Voltando à seção de plugins, clique sobre “Desativar plug-ins individuais” para realizar a ação que dá nome a essa função.
Você encontra uma lista com todos os plugins instalados no computador e que tem acesso ao Chrome. Para bloqueá-los, basta clicar em “Desativar”. Se desejar colocá-los em funcionamento outra vez, clique em “Ativar”.
Ativando plugins na página
Quando você impede um site específico de executar plugins, é possível reverter a situação na própria página bloqueada. Se bloquear plugins do YouTube, por exemplo, ao acessar a página, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o objeto e depois em “Executar este plug-in”.

★Memórias: quais os tipos e para que servem

Armazene temporariamente informações sobre a história das memórias que são essenciais para o funcionamento dos PCs.

Apresentamos a memória RAM, um componente que você já conhece e que sabe até para o que serve. Todavia, ela não chegou agora e parte da história ficou escondida no passado. Hoje revelaremos um pouco sobre os tipos de memórias que apareceram ao longo dos anos. Falaremos sobre as principais diferenças entre os padrões. Você vai saber algumas novidades que devem aparecer no mundo das memórias num futuro próximo. Convidamos você a embarcar nessa jornada tecnológica. Enquanto você lê, não precisa fechar os demais aplicativos, pois a memória do seu computador vai continuar armazenando os dados enquanto você desfruta de toda a informação deste texto.

RAM e DRAM
Foi em algum ponto na década de 50 que surgiram as primeiras ideias de criar uma Memória de Acesso Aleatório (RAM). Apesar disso, nosso papo começa em 1966, ano que foi marcado pela criação da memória DRAM (invenção do Dr. Robert Dennard) e pelo lançamento de uma calculadora Toshiba que já armazenava dados temporariamente.

A DRAM (Memória de Acesso Aleatório Dinâmico) é o padrão de memória que perdura até hoje, mas para chegar aos atuais módulos, a história teve grandes reviravoltas. Em 1970, a Intel lançou sua primeira memória DRAM, porém, o projeto não era de autoria da fabricante e apresentou diversos problemas. No mesmo ano, a Intel lançou a memória DRAM 1103, que foi disponibilizada para o comércio “geral” (que na época era composto por grandes empresas).A partir da metade da década de 70, a memória DRAM foi definida como padrão mundial, dominando mais de 70% do mercado. Nesse ponto da história, a DRAM já havia evoluído consideravelmente e tinha os conceitos básicos que são usados nas memórias atuais.

DIP e SIMM
Antes da chegada dos antiquíssimos 286, os computadores usam chips DIP. Esse tipo de memória vinha embutido na placa-mãe e servia para auxiliar o processador e armazenar uma quantidade muito pequena de dados. Foi com a popularização dos computadores e o surgimento da onda de PCs (Computadores Pessoais) que houve um salto no tipo de memória. Num primeiro instante, as fabricantes adotaram o padrão SIMM, que era muito parecido com os produtos atuais, mas que trazia chips de memória em apenas um dos lados do módulo

Antes desse salto, no entanto, houve o padrão SIPP – que foi um intermediário entre o DIP e o SIMM. O problema é que o conector das memórias SIPP quebrava com facilidade, o que forçou as fabricantes a adotarem o SIMM sem pensar muito. A primeira leva do padrão SIMM tinha 30 pinos e podia transmitir 9 bits de dados. Foi utilizado nos primeiros 286, 386 e até em alguns modelos de 486. O segundo tipo de SIMM contava com 72 pinos, possibilitando a transmissão de até 32 bits. Esse tipo de módulo vinha instalado em computadores com processadores 486, Pentium e até alguns com Pentium II.

FPM e EDO
A tecnologia FPM (Fast Page Mode) foi utilizada para desenvolver algumas memórias do padrão SIMM. Módulos com essa tecnologia podiam armazenar incríveis 256 kbytes. Basicamente, o diferencial dessa memória era a possibilidade de escrever ou ler múltiplos dados de uma linha sucessivamente.

As memórias com tecnologia EDO apareceram em 1995, trazendo um aumento de desempenho de 5% se comparadas às que utilizavam a tecnologia FPM. A tecnologia EDO (Extended Data Out) era quase idêntica à FPM, exceto que possibilitava iniciar um novo ciclo de dados antes que os dados de saída do anterior fossem enviados para outros componentes.

DIMM e SDRAM
Quando as fabricantes notaram que o padrão SIMM já não era o suficiente para comportar a quantidade de dados requisitados pelos processadores, foi necessário migrar para um novo padrão: o DIMM. A diferença básica é que com os módulos DIMM havia chips de memórias instalados dos dois lados (ou a possibilidade de instalar tais chips), o que poderia aumentar a quantidade de memória total de um único módulo.

Outra mudança que chegou com as DIMMs e causou impacto no desempenho dos computadores foi a alteração na transmissão de dados, que aumentou de 32 para 64 bits. O padrão DIMM foi o mais apropriado para o desenvolvimento de diversos outros padrões, assim surgiram diversos tipos de memórias baseados no DIMM, mas com ordenação (e número) de pinos e características diferentes. Com a evolução das DIMMs, as memórias SDRAM foram adotadas por padrão, deixando para trás o padrão DRAM. As SDRAMs são diferentes, pois têm os dados sincronizados com o barramento do sistema. Isso quer dizer que a memória aguarda por um pulso de sinal antes de responder. Com isso, ela pode operar em conjunto com os demais dispositivos e, em consequência, ter velocidade consideravelmente superior.

RIMM e PC100
Pouco depois do padrão DIMM, apareceram as memórias RIMM. Muito semelhantes, as RIMM se diferenciavam basicamente pela ordenação e formato dos pinos. Houve certo incentivo por parte da Intel para a utilização de memórias RIMM, no entanto, o padrão não tinha grandes chances de prospectiva e foi abandonado ainda em 2001.As memórias RIMM ainda apareceram no Nintendo 64 e no Playstation 2 – o que comprova que elas tinham grande capacidade para determinadas atividades. Ocorre que, no entanto, o padrão não conseguiu acompanhar a evolução que ocorreu com as memórias DIMM.

O padrão PC100 (que era uma memória SDR SDRAM) surgiu na mesma época em que as memórias RIMM estavam no auge. Esse padrão foi criado pela JEDEC, empresa que posteriormente definiu como seria o DDR. A partir do PC100, as fabricantes começaram a dar atenção ao quesito frequência. Posteriormente, o sufixo PC serviu para indicar a largura de banda das memórias (como no caso de memórias PC3200 que tinham largura de 3200 MB/s).

DDR, DDR2 e DDR3
Depois de mais de 30 anos de história, muitos padrões e tecnologias, finalmente chegamos aos tipos de memórias presentes nos computadores atuais. No começo, eram as memórias DDR, que operavam com frequências de até 200 MHz. Apesar de esse ser o clock efetivo nos chips, o valor usado pelo barramento do sistema é de apenas metade, ou seja, 100 MHz.
Assim, fica claro que a frequência do BUS não duplica, o que ocorre é que o dobro de dados transita simultaneamente. Aliás, a sigla DDR significa Double Data Rate, que significa Dupla Taxa de Transferência. Para entender como a taxa de transferência aumenta em duas vezes, basta realizar o cálculo:
[número de bytes] x [frequência do barramento] x 2
Do padrão DDR para o DDR2 foi um pulo fácil. Bastou adicionar alguns circuitos para que a taxa de dados dobrasse novamente. Além do aumento na largura de banda, o padrão DDR2 veio para economizar energia e reduzir as temperaturas. As memórias DDR2 mais avançadas alcançam clocks de até 1.300 MHz (frequência DDR), ou seja, 650 MHz real.

E o padrão mais recente é o DDR3 que, como era de se esperar, tem o dobro de taxa de transferência se comparado ao DDR2. A tensão das memórias caiu novamente (de 1,8 V do DDR2 para 1,5 V) e a frequência aumentou significativamente – é possível encontrar memórias que operam a 2.400 MHz (clock DDR).

Dual-Channel e Triple-Channel
Apesar das constantes evoluções no padrão DDR, as memórias nunca conseguiram atingir a mesma velocidade das CPUs. Isso forçou as principais empresas de informática a apelarem para um truque que possibilitaria o aumento do desempenho geral da máquina. Conhecido como Dual-Channel (Canal Duplo), o novo recurso possibilitou o aumento em duas vezes na velocidade entre a memória e o controlador. A tecnologia Dual-Channel depende simplesmente de uma placa-mãe ou um processador que tenha um controlador capaz de trabalhar com o dobro de largura do barramento. Isso significa que a memória utilizada não precisa ser diferente, sendo que a grande diferença está no controlador, que deve ser capaz de trabalhar com 128 bits, em vez dos costumeiros 64 bits das memórias DDR.

Ao dobrar a largura do barramento de dados, as memórias têm a taxa de transferência dobrada automaticamente. Assim, uma memória DDR2 que antes era capaz de transferir 8.533 MB/s, quando programada para atuar em Dual-Channel poderá atingir um limite teórico de 17.066 MB/s. Detalhe: para usar a tecnologia de Canal Duplo é preciso usar dois módulos de memórias, conectados nos slots pré-configurados para habilitar o recurso. A tecnologia Triple-Channel é muito parecida com a Dual, exceto que aqui o canal é triplo. Com a explicação acima fica fácil compreender que é preciso utilizar um processador e placa-mãe compatível (os primeiros a usar esse recurso foram os Intel Core i7 de primeira geração). A largura do barramento aumenta para 192 bits (o triplo dos 64 bits) e, consequentemente, a taxa de transferência triplica. E novamente vale a mesma regra: três módulos são necessários para utilizar essa funcionalidade.

Outros padrões
Enquanto os computadores evoluíram baseados nas memórias DIMM SDRAM, outros dispositivos aderiram a memórias alternativas. É o caso do Playstation 3, que aderiu à linha de memórias XDR DRAM. O padrão XDR é como se fosse um sucessor das antigas memórias baseadas no RIMM (também conhecida como memória Rambus DRAM). Existem ainda as memórias dedicadas para as placas gráficas. As principais são do padrão GDDR, variando entre a primeira geração e a quinta – a GDDR5. As memórias GDDR têm algumas semelhanças com os padrões DDR, mas diferem em alguns aspectos, incluindo as frequências.

Antigamente foram usadas memórias do tipo VRAM e WRAM para armazenar dados gráficos. Atualmente, as memórias são do tipo SGRAM (RAM de sincronia gráfica). Todas elas são baseadas na memória RAM, mas têm certas diferenças.

O futuro enigmático das memórias
O padrão DDR tem reinado por longos anos, todavia, muitas tecnologias estão sendo estudadas para substituir os atuais módulos. Entre tantas, uma que ganha destaque é MRAM, memória magnética que deve alterar completamente o sistema de leitura e escrita. Esse padrão deve disputar com o FRAM, memória ferroelétrica que tem investimentos de grandes empresas, incluindo a Samsung, a Toshiba e outras tantas. E a evolução das memórias RAMs não vai continuar apenas nos módulos que utilizamos no cotidiano. Protótipos como o Z-RAM (Zero-capacitor RAM) devem aportar nas memórias caches dos processadores. Aliás, a probabilidade é muito grande, pois a AMD licenciou a segunda geração da Z-RAM.Apesar de muitas fabricantes investirem alto na continuidade das memórias RAMs, existem fortes indícios de que outros tipos de memórias sejam adotados num futuro próximo. A HP, por exemplo, aposta no Memristor, um componente eletrônico que deve gerar um padrão de memória muito superior ao atual.

★ NASA está desenvolvendo "banda larga" espacial


Novo sistema pode fornecer uma forma de comunicação mais rápida com sondas, reduzindo drasticamente o tempo de transferência de arquivos enviados de Marte para a Terra.


A NASA pretende investir US$ 175 milhões em três novos projetos tecnológicos, e pelo menos um deles tem chamado muito a atenção. O Laser Communications Relay Demonstration (LCRD) se trata de um novo sistema que possibilitará a transferência de dados em alta definição, rapidamente, de Marte para a Terra. O projeto pretende usar um satélite na órbita do nosso planeta para manter a comunicação ótica com as estações na Terra e possibilitar testes em situações adversas, como as causadas pelas condições climáticas, por exemplo. No momento, já existe uma dessas estações na Califórnia e, com o passar do tempo, outras serão construídas. De acordo com o press release lançado pela NASA, a sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) usa uma banda de 6 Mbps, levando até 90 minutos para transmitir uma imagem em alta resolução para a Terra. Com a nova tecnologia de transmissão, uma sonda equivalente teria 100 Mbps à sua disposição, sendo capaz de transferir o mesmo arquivo em até 5 minutos.

★ Novo tablet da Sony chega em setembro


Aparelho já tem nome oficial, é certificado para PlayStation e chega às lojas no começo do próximo mês.


A Sony entra de vez no mercado de tablets ao anunciar o lançamento do S1 Tablet, aparelho com tela de 9,4 polegadas, resolução de 1280 x 768 pixels e Android 3.1. O dispositivo vai contar com duas câmeras: uma frontal de 3 megapixels e uma traseira de 5 megapixels. Além disso, o S1 traz entradas USB e acessórios como um teclado que se conecta sem fio. O grande destaque do aparelho, porém, fica por conta de sua certificação PlayStation. O S1 vem com um software pré-instalado que dá acesso a milhares de serviços de jogos, músicas, filmes e livros para seus usuários. Ainda não foram divulgados preços, mas, segundo o Engadget, o valor final do dispositivo deve ficar em torno de US$ 599 (aproximadamente R$ 1 mil).

★ MacX DVD Ripper Pro

excelente e profissional aplicativo para ripar DVDs

Com o MacX DVD Ripper Pro você pode ripar com a maior facilidade qualquer DVD de vídeos para vários formatos de vídeo diferentes ou para dispositivos específicos, como iPod, iPhone, Zune, PSP, PDA e outros.


Ripando os DVDs direto para o Mac
Assim que você abrir o programa e inserir um disco de DVD no drive, o programa automaticamente reconhece-o. A interface principal do programa já traz tudo de que você precisa. No lado direito da tela você pode visualizar todos os clipes que estão contidos dentro do disco, separados por "TitleX". Você pode ver também a duração de cada vídeo, junto com o nome. Para pré-visualizar qualquer vídeo, basta selecioná-lo na lista e aparecerá uma imagem no  lado esquerdo da tela. Logo embaixo da miniatura há também uma espécie de barra de seleção, para que você escolha qual o trecho do vídeo que deve ser exportado. Para diminuir ou estender o tempo, basta arrastar da ponta da barra para dentro ou para fora.



Logo abaixo da lista de títulos é possível escolher também um áudio e uma legenda, para que já seja tudo feito automaticamente. Já na parte de baixo do programa é onde você configura como serão feitas as exportações do DVD. Basta escolher um dos formatos (AVI, MP4, MPEG, WMV, FLV ou MP3) ou um dos dispositivos (iPod, iPad, iPhone, Apple TV, PSP, PDA, 3GP ou Zune). Cada uma das abas traz opções para escolher qual a qualidade do áudio, a taxa de bits, volume, formato de áudio, qualidade do vídeo, taxa de frames por segundo, formato de vídeo e resolução.


Tudo é extremamente personalizável. Quando você já tiver definido a pasta de saída ("Output Folder"), que é para onde vão os vídeos extraídos, clique em "Start" e aguarde.


Download Aqui (Com Serial)
(22MB – Megaupload)

★ [DOWNLOAD] ScreenFlow - Mac OS


Luz, câmera, ação! Mostre ao mundo o que está acontecendo na tela do seu Mac com esta poderosa ferramenta!


Se você gosta de fazer tutoriais sobre programas ou simplesmente quer mostrar para alguém o que está acontecendo na tela do seu Mac, o ScreenFlow pode ser um aplicativo de grande ajuda. À primeira vista, o Screen Flow é apenas uma simples ferramenta para a captura de vídeos na tela, entretanto, basta terminar de gravar alguns segundos para descobrir o mundo de possibilidades que o aplicativo oferece. Todo filme gravado aparece, instantaneamente, no editor do programa – uma versão mais simples do editor estilo linha do tempo do Final Cut Express. É possível cortar, montar e criar o vídeo conforme suas necessidades. O programa permite uma edição completa, como por exemplo alterar o tamanho da tela, rotação e opacidade. Cada tecla representa um efeito diferente que pode ser aplicado ao seu vídeo.


Para deixar a visualização do cursor bastante clara, o programa oferece uma série de recursos como sons e efeitos visuais que ressaltam a posição do cursor do mouse. Ao terminar de editar sua captura de vídeo, você pode exportá-lo para um dos formatos de vídeo mais famosos no Mac: o QuickTime Movie.



Grave tudo
Não é necessário escolher apenas uma área para gravação, a inteligência do ScreenFlow permite capturar imagens da sua tela e de uma câmera DV ou da iSight ao mesmo tempo!



(14MB – Megaupload)




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