Arquivo de 01/08/13 - 01/09/13

★ Microsoft monta PC gamer capaz de rodar jogos em 12K

Configuração custou um total de 15 mil dólares e utilizou três monitores 4K para atingir resultados.


Você acha seu PC gamer incrível só porque ele consegue rodar jogos em 1080p com alto nível de qualidade gráfica e a taxas de 60 quadros por segundo? Pois saiba que a Microsoft criou um computador com configurações que fariam até mesmo sua máquina se envergonhar. Isso porque a máquina desenvolvida por eles foi capaz de rodar games à absurda resolução de 12K, com a ajuda de três monitores 4K trabalhando em conjunto.
O resultado, como você pode ver no vídeo acima, é simplesmente impressionante, trazendo o game DiRT 3 com gráficos absurdamente detalhados.Jogando com apenas uma das telas 4K, o game ficou ainda mais bonito: embora sem a vantagem da visão panorâmica, foi possível rodar DiRT 3 na qualidade máxima e ainda manter tudo rodando a uma taxa de mais de 100 quadros por segundo, em média – de fato, segundo os registros de Gavin Gear no Extreme Windows Blog, o título chegou à marca de 150 fps.

Qualidade distante
Por mais que esse resultado seja realmente incrível, o fato é que você não deve esperar ver pessoas com máquinas como essa tão cedo. Em primeiro lugar, um computador como esses custou a bagatela de 15 mil dólares (R$ 33,6 mil) para ser montado, com um hardware que incluía nada menos que três Radeon 7970 em Crossfire.


Para comportar as placas, fonte teve que ficar fora do gabinete

 Em segundo lugar, praticamente nenhum game está preparado para suportar tamanha resolução. Tanto que Gavin teve que pedir a ajuda da AMD para criar um driver especial para trabalhar com o hardware que ele estava utilizando; mesmo assim, o jogo rodava a míseros 8 quadros por segundo, até que eles se viram obrigados a utilizar a terceira 7970. Passando todos esses obstáculos, Gavin encontrou um último problema: tal configuração consumia tanta energia que a fonte utilizada na máquina simplesmente não foi capaz de aguentar, desligando após poucos minutos de jogo. É, parece que realmente é melhor nos contentarmos com o 1080p, por enquanto.

★ Análise: all-in-one Positivo Union Touch P3250

O computador all-in-one da Positivo chegará ao mercado com tela de 21,5 polegadas sensível ao toque. Será que o investimento é válido?


Ainda não existe uma data definida para o lançamento oficial do Positivo Union Touch no mercado brasileiro, mas é bem provável que isso aconteça até o final deste ano. O aparelho é um computador all-in-one, que conta com alguns recursos bem interessantes e que não fazem parte de todos os equipamentos do mesmo segmento. Isso inclui a presença de uma bateria e da tela sensível ao toque. E é esta tela que dá nome ao computador Positivo Union Touch. Com 21,5 polegadas e reconhecendo vários toques ao mesmo tempo, ela consegue fazer com que a máquina se transforme em um grande tablet em alguns momentos. A Positivo sugere que o aparelho chegue ao mercado por R$ 2.999, mas será que esse valor é válido? Vamos descobrir juntos nesta análise que fizemos do Positivo Union Touch.

Design Aprovado
Com o P3250, a Positivo Informática mostra que está criando computadores bem bonitos, pois sabe que o mercado não quer apenas desempenho. O all-in-one possui traços bem mais interessantes do que os presentes nas versões anteriores do Union, conseguindo mesclar estilo com versatilidade — pois ele pode ser instalado em mesas de diferentes tamanhos.


A presença de um suporte integrado também facilita a instalação dele. Móvel, esse suporte ainda garante que os consumidores deixem o computador em diferentes angulações. O fácil acesso às portas USB e aos recursos adicionais (como drives de leitura óptica e leitor de cartões) também merece elogios.

Tela
 É impossível não prestar atenção na tela de 21,5 polegadas que faz parte do Positivo Union Touch. Isso vale tanto pelo tamanho com que ela se apresenta quanto pela qualidade das imagens mostradas para os consumidores. A Positivo investiu em qualidade para este componente e merece vários elogios no quesito. Além das altas resoluções oferecidas, também há outros pontos que ganham destaque.A tela presente no Positivo Union Touch apresenta ótima qualidade de brilho e contraste, o que facilita bastante a visualização dos conteúdos que estão sendo mostrados. Isso também praticamente anula a presença de pequenas manchas de gordura que podem ficar na tela, uma vez que os consumidores podem utilizar o equipamento com toques. E em relação aos toques também há alguns elogios.


Mesmo com as 21,5 polegadas do Positivo Union Touch, os comandos são muito bem compreendidos pela tela. A sensibilidade dele é mesmo excelente e não deixa nada a desejar para tablets e smartphones mais avançados — mesmo não competindo diretamente com eles. Há apenas um problema na tela sensível ao toque. Como estamos falando de um computador que fica sempre na vertical — ao contrário de tablets, que podem ser manuseados com mais facilidade —, há vários momentos em que a utilização dos recursos por toque em tela fica difícil de ser executada.

Hardware eficiente
Quem optar por comprar um Positivo Union Touch poderá desempenhar uma grande quantidade de tarefas com qualidade. Isso inclui a execução de softwares pesados e recursos multimídia com rapidez e sem travamentos. O mérito disso está logo atrás da tela de 21,5 polegadas do aparelho, pois estamos falando dos componentes internos do hardware.


O Positivo Union Touch oferece processador Intel Core i3 3110M — que conta com 2,4 GHz de clock de processamento e GPU integrada HD Graphics 4000 —, o que pode sanar boa parte das necessidades dos consumidores. Com exceção de jogos mais pesados, dificilmente há algum software que não poderá ser executado pelo computador all-in-one da Positivo Informática. Além disso, há 4 GB de memória RAM para que mais funções possam ser executadas simultaneamente e a memória de armazenamento chega aos 500 GB. Como já dissemos, isso é muito bom para diversos perfis de utilização. A exceção fica apenas para os usuários que gostam dos games mais pesados que podem ser encontrados no mercado — o benchmark do game Resident Evil 5 mostrou resultados ruins, com cerca de 14 FPS.

Recursos adicionais
Pode-se dizer que o Positivo Union Touch é um computador voltado para quem precisa de funções multimídia. Com bons recursos de hardware e tela de alto desempenho, ele consegue executar vídeos em alta resolução (1080p) com total qualidade — vale dizer que a reprodução de vídeos é menos exigente do que a de jogos, pois não exige cálculos em tempo real dos recursos gráficos.


Além da qualidade na reprodução de filmes, também há a presença de leitores de cartões, o que permite a exibição de fotografias e outros conteúdos com mais velocidade e facilidade. A webcam integrada é de boa qualidade e mostra bons resultados na saída dos arquivos — apesar de parecer apresentar pouca qualidade quando as imagens são mostradas na tela de 21,5 polegadas. Com jogos criados para interfaces sensíveis ao toque, o Positivo Union Touch também pode ser um bom modo de se divertir. O computador é distribuído com o jogo Cut the Rope e nele é possível perceber que o all-in-one realmente oferece qualidade em multimídia e entretenimento. A única ressalva fica para o áudio, mas isso será mostrado mais à frente.

Reprovado: Falsa sensação de portabilidade
Ele possui 21,5 polegadas e é muito pesado para ser carregado como um computador portátil. Isso não chegaria a ser um problema, mas o Positivo Union Touch apresenta uma alça traseira que é responsável justamente pelo transporte do aparelho. Além disso, ainda é preciso dizer que o computador possui uma bateria integrada, que pode dar até duas horas de autonomia.


E essa portabilidade é realmente um problema sério para os consumidores. A sensação de que é possível transportá-lo durante a utilização pode causar sérios danos por causa de pequenos impactos — tanto na tela quanto no próprio hardware, uma vez que choques podem causar erros irreparáveis no disco rígido.

Ausência de botões físicos
Utilizar o Positivo Union Touch é muito fácil, mas há alguns momentos em que os usuários terão problemas para realizar algumas funções. Uma delas é o ajuste de brilho da tela, que precisa ser realizado pelo próprio Windows — o que impede a configuração durante a reprodução de um vídeo ou execução de um aplicativo em tela cheia.


A mesma falha pode ser vista no controle de volume: só é possível aumentar ou diminuir o nível sonoro pelo controle-padrão do Windows. Com isso, diversos aplicativos podem ser atrapalhados pela falta de um controlador externo. Outros botões físicos que fazem falta são os de ativação e desativação da tela, o que poderia gerar bastante economia de bateria nos momentos em que o Positivo Union Touch está desligado de fontes de alimentação.

Áudio fraco
Há momentos em que o Positivo Union Touch parece ser um intermediário entre notebook e desktop. Isso é visto pela portabilidade e pelo tamanho dele, em uma análise bem superficial. Mas existem alguns problemas bem sérios que são consequência disso, e um dos principais está no sistema de áudio presente no computador all-in-one. As caixas de som são fracas e parecem bastante com as presentes em notebooks — sem profundidade nos graves.


Com isso, o computador exige a utilização de caixas de som externas ou mesmo de fones de ouvido mais potentes para melhores resultados e também para o controle do volume — uma vez que, como já dissemos, não há a presença de botões físicos para facilitar a modificação dos níveis sonoros. Com isso, podemos dizer que o Positivo P3250 deixa muito a desejar no quesito “Áudio”.

Vale a pena?
Quem estiver pensando em comprar o Positivo Union Touch P3250 terá que desembolsar a quantia de
R$ 2.999 quando ele chegar ao mercado — o que deve acontecer no final deste ano. Por esse valor, os consumidores terão acesso a um equipamento com design interessante, tela poderosa e hardware eficiente, que consegue rodar muitos softwares com bastante qualidade. O valor não está muito acima do que seria gasto em um ultrabook com hardware similar — e ainda devemos pensar que o aparelho traz uma tela de 21,5 polegadas sensível ao toque. Mas existe um problema muito grave no Positivo Union Touch P3250 e ele precisa ser levado em consideração: a “falsa sensação de portabilidade” oferecida para os consumidores. Com bateria integrada e alça própria para o transporte, não é difícil que algum consumidor queira desfrutar dessa portabilidade, utilizando o aparelho em diversos lugares. Mas ele é pesado e sensível, fazendo com que alguns danos irreparáveis possam ocorrer durante a utilização.

Em resumo: o P3250 é um bom computador e isso é inegável. O grande empecilho está nos riscos que ele oferece a si mesmo — e que pode refletir diretamente no bolso dos consumidores. Somando isso ao fato de que a tela sensível ao toque é difícil de ser usada em computadores e também ao número limitado de funções desse tipo de tecnologia em PCs, podemos dizer que o preço ainda está acima do que se espera para o modelo.

★ 14 smartphones legais que não chegarão ao Brasil

Separamos os aparelhos mais bonitos e recheados de recursos que dificilmente veremos em terras tupiniquins.


Smartphones exclusivos para o mercado asiático

Foi-se o tempo em que o Brasil era um país defasado em gadgets. De uns anos para cá, diversas companhias investiram pesado para atualizar os consumidores brasileiros com o que há de mais avançado na área da telefonia móvel. Ainda que nosso mercado receba novidades constantemente, nem todos os smartphones chegam aqui. Há dois motivos para restringir a venda de determinados produtos em alguns países. Primeiro, usando estudos de mercado, as empresas sabem quais modelos terão maior popularidade. Depois, existem alguns celulares que são exclusivos para determinada região, o que impede que as fabricantes levem tais dispositivos para outros locais. A partir dessa ideia, resolvemos caçar alguns smartphones potentes que não darão as caras por aqui. Vale notar que, apesar de os aparelhos selecionados não estarem disponíveis aqui, nada impede que por conta de acordos ou estratégias algum modelo seja lançado futuramente no Brasil.

1º - HTC ONE



Lançado em fevereiro deste ano, o HTC One chegou para fazer frente ao poderoso Galaxy S4 e outros aparelhos top de linha. O produto taiwanês recebeu elogios em nossa análise devido ao design diferenciado, as boas configurações de hardware e a sua câmera de boa qualidade

O modelo que conseguimos para as análises foi comprado no exterior, visto que a HTC não tem planos de lançá-lo por aqui. O principal empecilho para a venda no Brasil é que a marca não tem presença em território tupiniquim.Claro, assim como tantos outros produtos importados, o HTC One pode ser encontrado no Mercado Livre e em algumas lojas online. O preço do aparelho fica em torno de 2 mil reais. Confira as especificações e  veja o que você está perdendo:

  • Sistema: Android 4.2.2
  • Tela: Super LCD3 de 4,7” (1080x1920 pixels)
  • CPU: Snapdragon 600 quad-core de 1,7 GHz
  • GPU: Adreno 320
  • RAM: 2 GB
  • Armazenamento: 32/64 GB
  • Câmera: 4 MP
  • 4G: Sim
  • Bateria: 2.300 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 13,7 x 6,8 x 0,93 cm
  • Peso: 143 g
    2º - Samsung Galaxy S4 Google Play Edition
Apesar de ter sua própria linha de smartphones, neste ano, a Google resolveu ampliar a lista de aparelhos com Android “puro”. Dessa forma, a companhia anunciou que, em parceria com a Samsung, iria lançar o Galaxy S4 Google Play Edition. O design e o hardware são exatamente idênticos ao do aparelho comum, sendo que a única diferença fica por conta da retirada da interface e dos apps da Samsung. As análises em sites internacionais deixam claro que o aparelho é excelente para quem busca alto desempenho sem ter de aturar softwares desnecessários.

O lançamento do produto foi bem recebido pelos americanos, os quais foram os únicos privilegiados a receberem o dispositivo. Veja as especificações:

  • Sistema: Android 4.3
  • Tela: Super AMOLED de 5” (1080x1920 pixels)
  • CPU: Snapdragon 600 quad-core de 1,9 GHz
  • GPU: Adreno 320
  • RAM: 2 GB
  • Armazenamento: 16/32/64 GB
  • Câmera: 13 MP
  • 4G: Sim
  • Bateria: 2.600 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 13,6 x 6,98 x 0,79 cm
  • Peso: 130 g


3. HTC One Google Play Edition





Para não deixar os consumidores com uma única opção, a Google ainda apostou em um segundo dispositivo com a versão original do Android. O HTC One Google Play Edition segue a ideia do Galaxy S4, ou seja, a única coisa modificada é o sistema e os aplicativos. As configurações de hardware são as mesmas que você viu no primeiro item desta lista. Da mesma forma que o dispositivo da Samsung é comercializado, este aparelho da HTC também é restrito apenas para os compradores que residem nos EUA. Nem adianta sonhar com a chegada do produto aqui, pois, além da questão da região, voltamos ao mesmo problema da falta de representação da fabricante em terras brasileiras.


4. HTC One mini

Assim como a Samsung vem apostando em gadgets de diferentes tamanhos, a HTC não perde tempo e oferece um smartphone em tamanho reduzido com design similar ao do seu principal aparelho. Além das diferenças na altura e largura, o HTC One mini tem peso reduzido e configuração de hardware inferior.





Novamente, a indisponibilidade aqui fica por conta da ausência da HTC no Brasil. Confira os principais detalhes deste pequeno notável:

  • Sistema: Android 4.2.2
  • Tela: Super LCD2 de 4,3” (720x1280 pixels)
  • CPU: Snapdragon 400 dual-core de 1,4 GHz
  • GPU: Adreno 305
  • RAM: 1 GB
  • Armazenamento: 16 GB
  • Câmera: 4 MP
  • 4G: Sim
  • Bateria: 1.800 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 13,2 x 6,3 x 0,93 cm
  • Peso: 122 g


5. HTC First
HTC First não é exatamente um dispositivo top de linha, mas é um smartphone que chama a atenção pelo design e a proposta inusitada. Este é, na verdade, o famoso Facebook Phone — que trazia a Facebook Home. Trata-se do grande fracasso que a empresa de Mark Zuckerberg resolveu lançar e que acabou sendo um prejuízo para a HTC.




A venda do HTC First ficou restrita aos Estados Unidos e ao Reino Unido — esse segundo nunca chegou a ver o aparelho do Facebook. Devido a essa limitação territorial, aos problemas de aceitação e também por ser um dispositivo da HTC, esse smartphone nunca teve chances de vir para o Brasil.

  • Sistema: Android 4.1
  • Tela: Super LCD de 4,3” (720x1280 pixels)
  • CPU: Snapdragon 400 dual-core de 1,4 GHz
  • GPU: Adreno 305
  • RAM: 1 GB
  • Armazenamento: 16 GB
  • Câmera: 5 MP
  • 4G: sim
  • Bateria: 2.000 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 12,6 x 6,5 x 0,89 cm
  • Peso: 124 g

6. Sony Xperia Z
Apenas lendo o nome de relance, talvez você estranhe que o Xperia Z esteja em nossa lista. A verdade é que a Sony disponibilizou no Brasil um aparelho com nome muito parecido. O Sony Xperia ZQ, que você encontra por aqui, é exatamente igual ao modelo internacional, exceto pelo fato de não ser um dispositivo à prova d’água.





Por ora, a Sony não divulgou quaisquer planos de lançar o Xperia Z para os brasileiros. Talvez o principal motivo seja que já existe um aparelho muito parecido, ou seja, os consumidores não saberiam diferenciar e um dos modelos acabaria ficando com um grande volume acumulado em estoque. Confira as especificações deste monstro:

  • Sistema: Android 4.2.2
  • Tela: TFT de 5” (1080x1920 pixels)
  • CPU: Qualcomm quad-core de 1,5 GHz
  • GPU: Adreno 320
  • RAM: 2 GB
  • Armazenamento: 16 GB
  • Câmera: 13,1 MP
  • 4G: sim
  • Bateria: 2.330 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 13,9 x 7,1 x 0,79 cm
  • Peso: 146 g


7. Huawei Ascend Mate

A linha de produtos mais avançados da empresa chinesa é a Ascend, e o Ascend Mate é o smartphone mais impressionante já criado pela fabricante. Ocorre que, assim como alguns celulares de outras empresas, este modelo também não deve ser lançado aqui.

Apesar de já estar no Brasil há um bom tempo, a Huawei sempre focou em celulares mais básicos para o consumidor brasileiro. A empresa nunca ousou lançar um smartphone top de linha em nosso mercado e parece que não vai ser dessa vez que vai fazê-lo. Veja as configurações do Mate:

  • Sistema: Android 4.1
  • Tela: IPS+ LCD de 6,1” (720x1280 pixels)
  • CPU: Huawei quad-core de 1,5 GHz
  • GPU: Vivante GC4000
  • RAM: 2 GB
  • Armazenamento: 16 GB
  • Câmera: 8 MP
  • 4G: não
  • Bateria: 4.050 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 16,3 x 8,5 x 0,99 cm
  • Peso: 198 g


8. Nokia Lumia 928

Entre tantos Androids indisponíveis, temos também um Windows Phone que não vai chegar ao Brasil. Basicamente, o Nokia Lumia 928 é um smartphone idêntico ao Lumia 920 e ao Lumia 925. A única diferença fica por conta da tela (que é igual à do Lumia 925) e da tecnologia CDMA.



A Nokia não deu qualquer motivo para não lançar o aparelho por aqui, mas talvez o principal ponto seja justamente a presença de outros celulares muito parecidos. Abaixo, você pode ver os detalhes de hardware do produto:

  • Sistema: Windows Phone 8
  • Tela: AMOLED de 4,5” (768x1280 pixels)
  • CPU: Snapdragon dual-core de 1,5 GHz
  • GPU: Adreno 225
  • RAM: 1 GB
  • Armazenamento: 32 GB
  • Câmera: 8 MP
  • 4G: Sim
  • Bateria: 2.000 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 13,3 x 6,8 x 1 cm
  • Peso: 162 g


9. ASUS PadFone Infinity

A ASUS nunca foi uma grande empresa no ramo dos smartphones, principal motivo que inviabiliza sua presença em diversos mercados. No Brasil, a companhia domina no ramo de produtos de hardware e participa nos segmentos de notebooks e tablets, mas é muito difícil encontrar um celular ASUS.


Neste ano, a fabricante lançou o ASUS PadFone Infinity, um smartphone que pode ser transformado em tablet. Alguns sites chegaram a publicar que o aparelho havia sido lançado aqui, mas não há quaisquer informações no site oficial ou lojas que ofertem este celular. Dê uma olhada nas características desta belezinha:

  • Sistema: Android 4.1.2
  • Tela: Super IPS+ LCD de 5” (1080x1920 pixels)
  • CPU: Snapdragon 600 quad-core de 1,7 GHz
  • GPU: Adreno 320
  • RAM: 2 GB
  • Armazenamento: 32/64 GB
  • Câmera: 13 MP
  • 4G: Sim
  • Bateria: 2.400 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 14,3 x 7,2 x 0,89 cm
  • Peso: 141 g


10. GIGABYTE GSmart Aku A1

Assim como a ASUS, a GIGABYTE é conhecida por atuar com componentes de hardware. Devido a isso, a empresa não se arrisca ao lançar celulares em mercados muito concorridos ou em que ela não tenha alguma participação.


É justamente esse o principal motivo pelo qual a fabricante dificilmente lançará o GSmart Aku A1 no Brasil. Seria interessante ver esse aparelho por aqui, pois, se ele seguir a qualidade da marca, quem sabe teríamos mais uma boa opção com preço acessível. Veja alguns detalhes do produto:

  • Sistema: Android 4.2
  • Tela: TFT de 4,5” (480x854 pixels)
  • CPU: MediaTek quad-core de 1,2 GHz
  • GPU: PowerVR SGX544
  • RAM: 1 GB
  • Armazenamento: 4 GB
  • Câmera: 5 MP
  • 4G: Não
  • Bateria: 2.000 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 13,6 x 6,7 x 0,97 cm
  • Peso: 147,7 g


11. ZTE Blade G V880G

A ZTE é mais uma das fabricantes que conta com um vasto acervo de aparelhos. Todavia, a empresa atua de forma inteligente, disponibilizando apenas os aparelhos que tem maior potencial de venda. No caso do Brasil, a empresa já percebeu que o segmento de dispositivos top de linha é bem concorrido, algo que sempre levou a companhia a ofertar celulares modestos



O Blade G V880G não é um esmero e dificilmente poderia concorrer com os mais robustos da atualidade;de qualquer forma, seria um aparelho interessante para quem busca pagar pouco por uma boa configuração. Separamos as principais características do smartphone:

  • Sistema: Android 4.1.2
  • Tela: IPS LCD de 4,5” (480x854 pixels)
  • CPU: Snapdragon S4 Play dual-core de 1,2 GHz
  • GPU: Adreno 203
  • RAM: 512 MB
  • Armazenamento: 4 GB
  • Câmera: 5 MP
  • 4G: Não
  • Bateria: 2.000 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 13 x 6,7 x 0,92 cm
  • Peso: 140 g

12. Pantech Vega No 6

Assim como a ZTE, a Pantech sempre atuou em território tupiniquim com dispositivos mais simples, mas isso não quer dizer que a empresa não tenha nenhum produto de alta qualidade para oferecer.



O Pantech Vega No 6 é a maior prova de que a fabricante tem grande potencial tecnológico. Esse smartphone, que pode até ser considerado como um phablet, não fica devendo nada para outros aparelhos robustos. Repare nas configurações do aparelho coreano:

  • Sistema: Android 4.1.2
  • Tela: Natural IPS Pro LCD de 5,9” (1080x1920 pixels)
  • CPU: Snapdragon quad-core de 1,5 GHz
  • GPU: Adreno 320
  • RAM: 2 GB
  • Armazenamento: 32 GB
  • Câmera: 13 MP
  • 4G: Sim
  • Bateria: 3.140 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 15,8 x 8,3 x 0,99 cm
  • Peso: 210 g


13. Alcatel One Touch Idol X

A Alcatel é outra marca que está no Brasil por um bom tempo, mas que desde o começo trabalhou com celulares mais básicos. Lá fora, a história é bem diferente e a empresa conta com uma série de aparelhos robustos.



O One Touch Idol X é o um dos lançamentos mais recentes da Alcatel e é um aparelho que chama a atenção com design e hardware de ponta. Novamente, o caso aqui parece ser a árdua competição no segmento de aparelhos mais robustos. Veja as especificações:

  • Sistema: Android 4.2
  • Tela: IPS LCD de 5” (1080x1920 pixels)
  • CPU: quad-core de 1,5 GHz
  • GPU: não informado
  • RAM: 2 GB
  • Armazenamento: 8/16 GB
  • Câmera: 13,1 MP
  • 4G: Não
  • Bateria: 2.000 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 14 x 6,7 x 0,69 cm
  • Peso: 130 g


14. Sharp AQUOS PHONE ZETA SH-06E

Finalizando nossa lista, temos a presença de uma ilustre empresa que já lançou muitos eletrônicos no Brasil. Pois é, a Sharp é uma velha conhecida de muitos consumidores, mas, mesmo vendendo televisores aqui, a empresa não tem coragem de embarcar no segmento dos telefones celulares.




Além desse detalhe, o AQUOS PHONE ZETA SH-06E não é um smartphone que foi feito para ter distribuição internacional. Produzido especialmente para mostrar o potencial da tecnologia de display IGZO, esse celular é uma exclusividade da operadora DoCoMO. Confira as especificações:

  • Sistema: Android 4.2
  • Tela: LCD de 4,8” (1080x1920 pixels) com tecnologia IGZO
  • CPU: Snapdragon 600 quad-core de 1,7 GHz
  • GPU: Adreno 320
  • RAM: 2 GB
  • Armazenamento: 32 GB
  • Câmera: 13,1 MP
  • 4G: Sim
  • Bateria: 2.600 mAh
  • Dimensões (A x L x E): 13,8 x 7 x 0,99 cm
  • Peso: 158 g

Bom, esses são apenas alguns dos tantos smartphones que não chegarão ao Brasil, mas que poderiam ter grande chance de sucesso em nosso território. Qual desses aparelhos você acha que faz falta? Conhece outro modelo que não está em nossa lista? Deixe um comentário!

★ Facebook causa ou não depressão?



Vários estudos acadêmicos culpam a rede social, mas não conseguem se legitimar por falta de abrangência

O Facebook é o ovo de galinha dos tempos modernos para a ciência. Hora ele faz muito mal, hora faz bem e hora não faz diferença alguma na vida das pessoas. O fato é que várias universidades no mundo contam com pesquisadores estudando os efeitos da rede social de Mark Zuckerberg sobre seus usuários. Alguns são bem pessimistas, enquanto outros são mais contidos. Recentemente, um estudo da Universidade de Michigan foi feito com universitários que usavam a rede social e tentou relacionar o humor dessas pessoas com o quanto de tempo elas passavam usando a plataforma. Esse fato chamou a atenção do pessoal do The Verge, que entrou em contato com o Facebook para saber como a empresa lida com estudos científicos que acabam culpando o site pela depressão dos usuários.


Generalização

O primeiro problema apontado pela empresa nas pesquisas que acusam a rede social de causar depressão é a forma como elas analisam o Facebook. Quer dizer, como os estudos recolhem dados para dizer se o site realmente influencia o humor das pessoas. Esse artigo da Universidade de Michigan, por exemplo, fez uma pesquisa com cerca de 80 estudantes universitários e perguntava para eles diariamente quanto tempo passaram no Facebook e o quão satisfeitos com sua vida estavam naquele momento. Com isso, produziram um gráfico que revelava que, quanto mais tempo no Facebook essas pessoas passavam, mais deprimidas elas ficavam. Ou seja, culpa do Facebook. Em linhas gerais, o estudo parece bastante generalizador quando a rede social promove uma infinidade de atividades diferentes. Por exemplo, se você passa todo o seu tempo no Facebook perseguindo o perfil da sua ex-namorada ou ex-namorado, é compreensível que esse tempo de rede social será prejudicial para seu humor. Por outro lado, se você passa seu tempo no Facebook conversando com sua família, amigos queridos e pessoas de quem tem saudade, seu humor deve sofrer o efeito inverso. Além do mais, as pessoas podem passar seu tempo na rede social apenas jogando, rolando o feed para baixo, clicando em anúncios, postando spam e fotos de cachorrinhos. Como saber então que tipo de efeito cada uma dessas atividades tem sobre uma pessoa?



Há coisas boas e ruins nas redes sociais

Facebook procurando uma defesa

Para tentar contrapor pesquisas que taxam a rede social como causadora de problemas de saúde, o Facebook resolveu procurar pesquisadores que possam fazer estudos mais detalhados sobre seus efeitos. Assim, Moira Burke entrou em cena para tentar mostrar que não é o Facebook em si o causador da depressão, mas sim as atividades não saudáveis que as pessoas realizam na rede social.
Ela explicou ao The Verge que, para ter uma pesquisa realmente válida sobre a rede social, é preciso levar em consideração um grande leque de variáveis. Fora isso, escolher um grupo de pessoas de características semelhantes pode deixar a pesquisa rasa, abrindo espaço para generalizações. Assim, a Universidade de Michigan dizer que o Facebook faz mal para universitários dá um espaço para que artigos em blogs e na própria impressa considerem o estudo válido para todos os grupos sociais e de todas as idades.


Universitários no Facebook e alcoólatras no boteco

Moira comenta ainda que fazer um estudo sobre os efeitos do Facebook com universitários é praticamente a mesma coisa que fazer uma pesquisa sobre os efeitos do álcool com pessoas que frequentam determinado bar todos os dias. Isso porque os anos na universidade são comprovadamente o período em que as pessoas mais usam a rede social, sendo a classe “viciada” no serviço. Ou seja, no fim das contas, dizer que o Facebook é o causador da sua depressão é o mesmo que dizer que a internet está por trás disso. Tudo depende das atividades que você realiza. Fora isso, medir apenas uma dimensão da vida de uma pessoa para descobrir se ela está deprimida ou não pode acarretar erros graves. Às vezes, uma pessoa pode estar tendo problemas com a família, mas um possível estudo não deve querer saber desse detalhe — somente se o Facebook interferir.

★ Review: LG SlidePad (A CÓPIA DO iPad)

Híbrido da LG é leve e compacto, mas o desempenho não supera o nível básico






Veja nossa avaliação

(clique sobre a imagem para abri-la em tamanho maior)

Avaliação de Airton Lopes / Pronto para assumir o papel de tablet ou de laptop, o SlidePad é o ultrabook híbrido vendido no Brasil que menos pesa no bolso e na mochila. Enquanto modelos similares custam, no mínimo, 3.999 reais, a máquina da LG é vendida por 2.499 reais. A diferença de peso não chega a ser tão gritante, mas é considerável. Com apenas 1 quilo, o SlidePad é 20% mais leve do que seu concorrente mais magro, o Vaio Duo 11, da Sony. 
Outra virtude é a boa duração da bateria. Nos testes do INFOlab, a autonomia em uso intenso foi de 4 horas e 5 minutos. A força do SlidePad para trabalhar não chega a ser motivo de orgulho. O seu poder de processamento é suficiente apenas para realizar tarefas básicas sem sofrer. Nada de games ou programas pesados. Quando está fechado, o aparelho é praticamente um tablet comum. A transformação em ultrabook é feita pressionando o botão na lateral que libera a tela de 11,6 polegadas sensível ao toque para que ela deslize, se posicione em um ângulo de 45 graus e revele o teclado.
Avaliação de Cauã Taborda / No papel, o LG SlidePad é idêntico ao HP Envy X2. No entanto, o desempenho das máquinas em nossos testes não foi o mesmo. A máquina da LG ficou abaixo do concorrente da HP nos benchmarks, mas superou o concorrente na duração de bateria, na leveza e no conforto como tablet. Para a HP, fica a soberania como notebook simples, graças à excelente doc com teclado e bateria extra.
No PCMark 7, que mede o desempenho da máquina em tarefas gerais, o SlidePad marcou 1.271 pontos contra 1.438 do Envy X2. O mesmo se repetiu no 3DMark06, no qual o híbrido da LG marcou 455 pontos, enquanto o modelo da HP atingiu 481 pontos.
Com 64 GB de armazenamento interno em um SSD, há pouco espaço disponível para os arquivos do usuário. A única solução é abusar de uma entrada para cartões microSD e da única USB em tamanho padrão disponível. 
O Atom Z2760 de 1,8 GHz que equipa essa máquina só consegue trabalhar com 2 GB de memória RAM. Em nossos testes, notamos que 50% da memória está ocupada pelo Windows 8 o tempo todo. Na prática, isso resulta em lentidão ocasional no uso geral e complicações em tarefas mais pesadas, como transferências de grandes volumes de informação, programas de edição de imagem, etc. Por essa característica, o desempenho do SlidePad é comparável ao de um notebook básico, ideal para as tarefas simples do dia a dia.
Uma vantagem desses componentes é o baixo consumo de energia. O SlidePad está entre os híbridos com maior tempo de duração em nossos testes. Além do já citado bom desempenho com o Battery Eater, o híbrido reproduziu um vídeo 720p por 6 horas e 11 minutos, com ajustes para o máximo desempenho, brilho no máximo e Wi-Fi ativado.
Com construção em plástico, o gadget também está entre os mais leves que já passaram pelo INFOlab. No modo tablet, a espessura e conforto são muito mais perceptíveis do que em seus concorrentes, com exceção do Envy X2, que é removido completamente do teclado. As teclas são pequenas e não há trackpad ou mesmo ponteiro para o mouse. Todos os movimentos devem ser feitos pela tela de 11,6 polegadas. Ou então por um mouse externo USB ou Bluetooth.

★ Windows Phone é a segunda plataforma móvel mais utilizada na América Latina



Em um ano, o sistema operacional passou do quarto para o segundo lugar com crescimento na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.

O Internacional Data Corporation (IDC) divulgou seu relatório Mobile Phone Tracker para o segundo trimestre de 2013, no qual mostra que o Windows Phone é agora o segundo sistema operacional mais utilizado na América Latina. Houve um crescimento de 12% no uso da plataforma, que passou de quarto para segundo lugar. O relatório mostra que no México o sistema operacional foi ranqueado em segundo lugar pelo segundo trimestre consecutivo. No período anterior, o Windows Phone também estava na segunda colocação na Colômbia e no Peru. A Colômbia é um dos países com o maior índice de preferência dos usuários, com 25,6 % do mercado. Em outros países como Argentina, Chile e Brasil, a plataforma da Microsoft também tem crescido em popularidade, uma vez que figurava em terceiro lugar no ranking do trimestre passado. "O relatórios mostram um aumento importante no posicionamento desse sistema operacional na América Latina. A disponibilidade do mercado de novos dispositivos será um fator para garantir que essa tendência continue durante os próximos três meses", comentou Oliver Flores, Gerente Regional para celulares na América Latina da IDC.

★ Hospital da Alemanha realiza cirurgia de fígado com auxílio de tablet



Realidade aumentada permite localizar com precisão estruturas de órgão. Durante o procedimento, o fígado foi filmado por um iPad.
Uma equipe médica da Alemanha liderada pelo professor Karl Oldhafer realizou uma das primeiras cirurgias com o auxílio de tablet em Hamburgo. O recurso de "realidade aumentada" possibilitou que os cirurgiões visualizassem informações sobre o planejamento da cirurgia. 
Durante o procedimento, o fígado é filmado por um iPad, que sobrepõe às imagens do órgão modelos virtuais em terceira dimensão construídos com base no próprio órgão. Esse recurso ajuda a localizar estruturas críticas como tumores e vasos.



O processo funciona da seguinte maneira: exames de imagem feitos antes da operação, como tomografia ou ressonância magnética, permitem a reconstrução de uma imagem completa do órgão em terceira dimensão no computador. Com a técnica de realidade aumentada, é possível projetar essas imagens na tela do tablet, sobre as imagens que estão sendo filmadas naquele momento, o que possibilita a localização das estruturas essenciais para a cirurgia.

★ PlayStation 4 será lançado no Brasil no dia 29 de novembro



Preço para o país ainda não foi divulgado; nos EUA, chega por US$ 400. Até o fim de dezembro, Sony diz que PS4 terá 33 jogos lançados.


O PlayStation 4, console de nova geração da Sony, irá chegar às lojas do Brasil e da América Latina no dia 29 de novembro, mesma data do lançamento do console na Europa. O preço do aparelho para o país ainda não foi divulgado. A informação foi confirmada pela própria empresa nesta terça-feira (20). Mais cedo, durante a feira Gamescom, em Colônia, na Alemanha, a Sony revelou que o PS4 será lançado nos EUA no dia 15 de novembro por US$ 400. Segundo uma postagem no blog oficial do PlayStation nos Estados Unidos, o PS4 terá 33 títulos até o final de dezembro. O texto, no entanto, confirma apenas 15 deles, que são: "Assassin's Creed IV Black Flag", "Battlefield 4", "Call of Duty: Ghosts", "Driveclub", "Fifa 14", "Just Dance 2014", "Killzone: Shadow Fall", "Knack", "Lego Marvel Super Heroes", "Madden NFL 25", "NBA 2K14", "NBA Live 14", "Need for Speed: Rivals", "Skylanders Swap Force" e "Watch Dogs". A informação do lançamento do PS4 para o Brasil e a América Latina contradiz o que foi dito por Mark Stanley, vice-presidente e gerente-geral para a América Latina da Sony, durante a E3 deste ano. Na ocasião, ele afirmou que o console veria a luz do dia em território nacional na mesma data que os EUASegundo Andrew House, CEO e presidente da Sony Computer Entertainment, o PS4 será lançado até o final do ano em 32 países. O CEO da Sony disse ainda que, até esta terça, mais de 1 milhão de unidades do PS4 já foram comercializadas em pré-venda em todo o mundo.
Interface
Quem pretende comprar o PS4 pôde ter no evento da Sony uma prévia da interface do sistema. Em um ponto da demonstração, que exibiu a tela inicial do console e algumas abas de seleção de jogos, uma janela suspensa mostrava uma batalha online acontecendo em tempo real e um botão para ingressar no jogo. Após o demonstrador aceitar o convite, poucos segundos se passaram e a partida já estava rodando, sem a necessidade de entrar em nenhum outro tipo de menu.
Entressafra
Jogos como "Call of Duty: Ghosts", "Assassin's Creed IV Black Flag", "Watch Dogs" e "Battlefield 4" serão lançados tanto para PS3 quanto para PS4. Mas se a grana está curta e você quer jogar os games o quanto antes, há uma luz no fim do túnel.
House afirmou que todos que comprarem esses games para o PS3 terão um "desconto significativo" por tempo limitado na versão digital (download) para o PS4. Não foi especificado como o sistema irá funcionar ou como o desconto será aplicado.
Conexão entre PS4 e PS Vita
Outra informação revelada pelos executivos da Sony na Gamescom foi a conexão direta entre o console de nova geração e o portátil PlayStation Vita. De acordo com Jim Ryan, CEO da Sony Computer Entertainment na Europa, quase todos os jogos de PS4 poderão ser jogados no Vita por meio de uma conexão Wi-Fi.
Na demonstração da Gamescom, o chamado "Remote Play" foi testado usando o game "Assassin's Creed IV Black Flag".
Novidades no Vita
E por falar em Vita, o console terá uma redução de US$ 50 nos EUA: de US$ 250 para US$ 200. No Brasil, o videogame é comercializado por R$ 1,4 mil.

★ Anatel planeja instalar 300 mil orelhões com wi-fi pelo país



Com o objetivo de expandir a conexão de internet pelo país, o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, disse que 300 mil orelhões receberão tecnologia capaz de oferecer conexão wi-fi entre 2015 e 2016. A declaração foi realizada na última segunda-feira, em evento na Associação Comercial do Rio de Janeiro.
De acordo com Rezende, 400 mil aparelhos públicos serão desativados, o que corresponde a cerca de 40% dos orelhões existentes no Brasil. O presidente da Anatel também afirmou que, apesar de parecer uma tecnologia obsoleta, os telefones instalados nas ruas ainda atendem muitos habitantes de diferentes cidades do país.
As mudanças planejadas pelo governo começarão em março de 2014, quando o contrato de concessão será revisto. Por enquanto, a Anatel ainda esbarra em questões técnicas para o planejamento de modernização dos 300 mil orelhões. É necessário decidir, por exemplo, quem instalará o wi-fi e como será realizada uma possível tarifação pelo serviço.
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Rezende afirmou que, para realizar investimento no wi-fi, as empresas precisarão baixar o custo dos telefones públicos, de acordo com o contrato de concessão.

★ A anatomia de um celular Android de baixo custo


(clique sobre a imagem para amplia-la)


Pesquisamos a configuração média dos aparelhos de entrada que você pode encontrar no mercado brasileiro por preços entre R$ 300 e R$ 500.

Com menos de R$ 300 é possível encontrar hoje um smartphone com Android nas lojas brasileiras. As configurações, é claro, são modestas se comparadas a todas as possibilidades que o sistema operacional oferece quando vem acompanhando de um hardware potente. Essa facilidade do Android de se adaptar a hardwares menos avançados é hoje um dos maiores triunfos do SO. Graças a essa característica, o sistema operacional criado pela Google conquistou praticamente 80% do mercado de smartphones em pouco mais de quatro anos de existência – um feito e tanto. Mas como andam as configurações dos aparelhos mais baratos disponibilizados no mercado brasileiro? Fizemos um levantamento com os smartphones Android vendidos no Brasil e que custam entre R$ 300 e R$ 500. Listamos as suas configurações médias e traçamos um panorama do que você pode encontrar no mercado gastando o mínimo possível. Obviamente, é possível encontrar configurações melhores do que essas e também configurações inferiores dentro dessa faixa de preço. O que fizemos aqui é “montar” um Android a partir das opções mais frequentes encontradas entre as dezenas de aparelhos disponíveis no país. As marcas e fabricantes levados em consideração na nossa análise foram Alcatel, Bak, Digitech, Genesis, Goldpix, LG, Motorola, Samsung, Sony e ZTE.

★ Campanha vai doar US$ 10 mil a usuário que descobriu falha no Facebook



Iniciativa foi tomada por Marc Maiffret, hacker que acredita que Khalil Shreateh foi injustiçado pela rede social.

Como forma de chamar atenção a um problema do Facebook, o hacker white hat Khalil Shreateh foi forçado a deixar uma mensagem no perfil do próprio Mark Zuckerberg. Apesar de tudo ter sido feito com boas intenções, isso rendeu ao jovem o bloqueio temporário de sua conta e a perda dos US$ 500 oferecidos a todos que encontram e reportam bugs do site.
Ciente dessa situação, o pesquisador de segurança Marc Maiffret criou uma campanha no GoFundMe uma campanha que gerou US$ 10 mil em doações para Shreateh — 20 vezes o que é oferecido pela rede social. Ele afirma ter feito isso por ter se identificado com a situação do jovem devido a seu passado como hacker.
Aos 17 anos, Maiffret teve sua casa invadida pelo FBI por ter feito diversas atividades ilegais na rede. “Honestamente, eu havia invadido tudo, desde sistemas governamentais até a Microsoft até não sei mais o que, durante três bons anos. Hoje em dia há mais seduções e, caso você se envolva em hackear e pesquisas, há basicamente dois caminhos à sua frente”, afirmou ele ao Business Week.
Ciente dos erros do passado, atualmente ele se dedica a usar seus conhecimentos de forma positiva, o que tem ajudado diversas companhias a se tornarem mais seguras. Segundo ele, é justamente por isso que a campanha de doações foi criada, já que ele acredita que jovens hackers devem ser incentivados a continuar atuando de maneira correta, ganhando aquilo que merecem por seus trabalhos.

★ Facebook lança projeto para tornar internet mais barata



O presidente-executivo da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, selecionou Samsung, Qualcomm e quatro outras companhias para um projeto que tem como objetivo levar a Internet a pessoas no mundo que não podem pagar por ela, refletindo esforços promovidos pelo Google e outros grupos. O projeto é chamado Internet.org e será lançado nesta quarta-feira. Ele tem como objetivo permitir que mais 5 bilhões de pessoas sem acesso atualmente à rede mundial de computadores fiquem online, disse Zuckerberg. O objetivo do Internet.org é tornar o acesso à Internet disponível a dois terços do mundo que hoje não está conectado", disse ele. Outros participantes do projeto incluem Ericsson, MediaTek, Nokia e Opera Software. A parceria vai desenvolver celulares inteligentes de baixo custo e de alta qualidade e levar acesso à Internet em comunidades ainda não atendidas, disse o Facebook. O Google anunciou em junho que lançou uma pequena rede de balões sobre o Hemisfério Sul em um experimento que espera levar acesso à Internet de forma confiável às regiões mais remotas do mundo. O piloto, chamado Project Loon, foi lançado em junho na Nova Zelândia. Os equipamentos funcionam com energia solar e são sustentados por balões de alta altitude, 20 quilômetros, ou duas vezes mais alto que rotas percorridas por aviões, disse o Google.

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